Aparelhos Parasitas

30-04-2010 20:08

Em nosso trabalho desobsessivo apométrico já encontramos aparelhos parasitas instalados no duplo etérico sobre o sistema nervoso dos consulentes, e outras vezes, na primeira camada do corpos astral de outros consulentes. Nesta ultima modalidade obsessiva,  o tratamento é feito pelos nossos colaboradores espirituais ligados a eletrônica que prestam serviços no bem em nosso hospital espiritual.
Outra obsessão muito complicada que temos encontrado com freqüência, é uma utilizada por experientes magos do astral, ou seja, capeiam certas glândulas muito importantes para o desenvolvimento endócrino do ser humano por uma carapaça prateada como se fosse uma esfera astral. Dentro destas esferas, ficam as glândulas principais, como hipófise, hipotálamo, tireóide, supra-renal, desta forma abaixam a vibração do sujeito fazendo-o perder as funções respectivas da glândula tapada. A mais disputada é a glândula hipófise e pineal.
Desta forma, corta-se a conexão com os “eus” superiores, podendo os magos, desta forma, manejar a mente do encarnado com mais facilidade de acordo com suas intenções, geralmente os encaminhando para um dos Sete Pecados Capitais: SOBERBA – GULA – LUXÚRIA –  PREGUIÇA –  IRA –  INVEJA –  AVAREZA.
 

ESPÍRITO E MATÉRIA - NOVOS HORIZONTES PARA A MEDICINA
José Lacerda de Azevedo
3ª Edição/1990

NOTA: Sobre o Dr, Lacerda de Azevedo, médico do Hospital Espírita de Porto Alegre e fundador da codificação da apometria nos trabalhos desobsessivos, trouxe do próprio livro dele, Espírito e Matéria a história da formação dos primeiros estudos sobre o desdobramento do corpo astral através da pulsiometria:

“O Dr. José Lacerda de Azevedo, carinhosamente qualificado por seus pares de Preceptor de Medicina Espiritual, é médico da turma de 1950. Desde cedo na lida com a Doutrina Espírita.
Durante o ano de 1965, esteve em Porto Alegre, um psiquista porto-riquenho chamado Luiz Rodrigues. Realizou palestra no Hospital Espírita de Porto Alegre, demonstrando uma técnica que vinha empregando nos enfermos em geral, obtendo resultados satisfatórios. Denominada Hipnometria, essa técnica foi defendida no VI Congresso Espírita Pan-americano, em 1963, na cidade de Buenos Aires. Essa técnica consistia na aplicação de pulsos magnéticos concentrados e progressivos no corpo astral do paciente, ao mesmo tempo que, por sugestão, comandava o seu afastamento.
O Sr. Luiz Rodrigues era um investigador, não era espírita e tampouco médico mas trouxe possibilidades novas e um imenso campo para experimentação se conduzidas com métodos objetivos e sistemáticos. Imediatamente, o Dr. José Lacerda testou a metodologia com Dona Yolanda, sua esposa e médium de grande sensibilidade. Utilizando a sua criteriosa metodologia, a sua sólida formação doutrinária, a observação constante dos fenômenos, aprimorou solidamente a técnica inicial. Identificou-se na época, um grande complexo hospitalar na dimensão espiritual, denominado Hospital Amor e Caridade, de onde partiam o auxílio e a cobertura aos trabalhos assistenciais, dirigidos por ele.”

“APOMETRIA
O termo Apometria vem do grego Apó - preposição que significa além de, fora de, e Metron - relativo a medida. Representa o clássico desdobramento entre o corpo físico e os corpos espirituais do ser humano. Não é propriamente mediunismo, é apenas uma técnica de separação desses componentes.
A Apometria é uma técnica de desdobramento que pode ser aplicada em todas as criaturas, não importando a saúde, a idade, o estado de sanidade mental e a resistência oferecida. É um método geral, fácil de ser utilizado por pessoas devidamente habilitadas e dirigentes capazes. Apresenta sempre resultado eficaz em todos os pacientes, mesmo nos oligofrênicos profundos sem nenhuma possibilidade de compreensão.
O êxito da Apometria reside na utilização da faculdade mediúnica para entrarmos em contato com o mundo espiritual da maneira mais fácil e objetiva, sempre que quisermos. “Embora não sendo propriamente uma técnica mediúnica, pode ser aplicada como tal, toda vez que desejarmos entrar em contato com o mundo espiritual.”
 

Como o passar dos anos aplicando a técnica apométrica, veio a descobrir uma nova modalidade de obsessão: obsessores do umbral e umbral inferior, estavam utilizando técnicas avançadas por meio de aparelhos eletromagnéticos instalados na corrente nervosa de suas vítimas com extrema perfeição. Acabara de levantar um véu sobre doenças aparentes de difícil diagnóstico, mesmo em atendimentos convencionais desobsessivos.
Eu trouxe aqui apenas um caso do livro, mas lá têm vários outros ricos em informações.

Pg. 158/162
e) – APARELHOS PARASITAS FIXADOS NO SISTEMA NERVOSO.

Estes casos se incluem entre as obsessões complexas.
Há anos vimos constatando, nos enfermos atendidos na “Casa do Jardim”, a presença de pequenos e estranhos aparelhos colocados com muita precisão e perícia na contraparte astral do sistema nervoso. Eles aparecem para os videntes como se estivessem fixados no corpo físico, já que o corpo astral se sobrepõe a ele. Como este corpo espiritual tem fisiologia em tudo semelhante à física, qualquer perturbação de seu funcionamento fatalmente repercute nesta, decorrido pouco tempo.  
No início de nossas observações pensamos que a surpreendente presença desses aparelhinhos só pôde ser descoberta porque os médiuns estavam desdobrados pela apometria; permanecendo na dimensão espiritual durante toda a sessão de trabalhos, ficavam em condições de ver, em detalhes, a estrutura astral e desvãos anatômicos dos pacientes. Vimos, depois, que esta percepção também é resultado de simples clarividência, sem recurso ao desdobramento. Temos, hoje, explicações ainda mais plausível, que talvez esclareça a razão por que esses aparelhos não foram identificados há muito mais tempo: é provável que os médiuns, vendo, não possuam noção exata do que vêem. Explicamos: de ordinário, os aparelhos são pequeníssimos; e as pessoas que têm condições de vê-los raramente conhecem os detalhes anatômicos do sistema nervoso.   
Por tudo isso, quando nos defrontamos com o primeiro caso, já lá vão quatorze anos, nosso surpresa foi enorme. Tratava-se de algo totalmente anômalo. Desconhecido. Não tínhamos qualquer referência sobre o assunto, nem o que consultar, para esclarecimento.
Nestes últimos quatorze anos, porém, o volume de casos atendidos, tratados e observados foi crescendo constantemente. Já podem ser contados mais de mil, com os mais variados graus de complexidade, sofisticação e gravidade de efeitos.

1. COMO FUNCIONAM.

A finalidade desses engenhos eletrônicos (eletrônicos, sim; e sofisticados) é causar perturbações funcionais em áreas como as da sensibilidade, percepção ou motoras, e outros centro nervosos, como núcleos da base cerebral e da vida vegetativa. Mais perfeitos e complexos, alguns afetam áreas múltiplas e zonas motoras específicas, com as correspondentes respostas neurológicas: paralisias progressivas, atrofias, hemiplegias, síndromes dolorosas, etc...,paralelamente às perturbações psíquicas. 
Como se vê, o objetivo é sempre diabólico: desarmonizar a fisiologia nervosa e fazer a vítima sofrer.
A constante interferência no sistema nervoso provoca perturbações de volto na vida vegetativa e, sobretudo, no vasto e nobre domínio da mente. As vítimas desse tipo de obsessão sofrem distorções quase imediatas na apreciação de valores, com desvios de conduta que terminam por lhes desestruturar as personalidades.
A técnica mais corrente é fixar o aparelho no cérebro ou ossos do crânio, com parafusos especiais. Em seguida são feitas ligações por finíssimos filamentos, com diversas áreas do sistema nervoso central ou núcleos ao longo da medula, de acordo com o efeito específico desejado.
Em alguns aparelhos, vimos que recebiam sinais eletromagnéticos de controlada e variável intensidade. Emitidos por enormes bases muito bem instaladas em locais de difícil acesso, no Umbral, eles afetavam continuamente determinadas áreas do cérebro, causando esgotamento e fadiga funcional. Alterando o limiar da resposta fisiológica a determinados estímulos normais, eram emitidos anômalos e intempestivos para a área auditiva, por exemplo; induziam a atitudes estranhas e ridículas (perturbando o convívio social da vítima), sugeriam formas de autodestruição e compeliam a toda uma gama de ações nefandas ou esdrúxulas, diretamente injetadas no cérebro.  
Casos há em que notamos contínua emissão de vibrações de baixa freqüência, de baixo volume e pequena amplitude, subliminar à resposta. Essas emissões visam cansar o paciente, quebrando-lhe a resistência, de modo a torná-lo obediente às ordens que depois receberá. Assim preparada, condicionada, a vítima recebe ordem súbita ou ouve voz galhofeira com comentários desabonadores à sua pessoa ou conduta. Não sabendo a que atribuir o fenômeno, estupefata, estressada e confusa, a pessoa tende a se julgar completamente louca. Além disso, os agressores sabem esperar e encontrar ocasião propícia. No momento certo, preparado e aguardado com requintes de crueldade, fazem a pessoa ouvir gritos acusando-a de homossexual, por exemplo. Aterrorizada, em pânico, a vítima não sabe a quem apelar. Desamparada e indefesa, não demorará a entregar-se por inteiro aos seus algozes, depois de se convencer de que a Medicina é impotente para sanar um mal tão exótico.
É lastimável que, nesses casos, os médicos quase nada podem fazer. Nem mesmo conseguem consolar, pois não acreditam no que lhes dizem os paciente. Classificam o quadro clínico como de “alucinação auditiva” – quadro que, justamente por ser de “alucinação”, não existe para a Medicina! Como “solução, costumam sedar fortemente o “alucinado”. Com isso, conseguem embotar certos efeitos de ação nefasta e dos aparelhos. Mas não eliminam, de modo algum, a causa da patologia.
Já tivemos um caso em que a pessoa, dada como catatônica, na verdade se degradara à condição de robô humano, sem vontade própria, completamente dominada por seus obsessores.  
Inimigos umbralinos podem agir de maneira ainda mais sutil – vimos. Para não serem descobertos e identificados, não emitem som algum. Enviam apenas a energia eletromagnética do sinal eletrônico.
Há, além desses, os que aplicam aparelhos com refinamentos especiais, estimulados em sistema de feed-back, de modo a se realimentarem com as energias da própria vítima. Sem saber, ela faz continuamente funcionar o engenho parasita. Isso só acontece quando os técnicos do Mal são bastante hábeis para fazer derivações no circuito. Conectam um filamento em órgão que funciona com energia elétrica mais forte – um músculo, por exemplo, em que a tensão é da ordem de 50 vezes maior que a dos neurônios. Captando a vultosa energia muscular (que se medem em milivolts) e lançando-a diretamente sobre os neurônios (cuja energia se mede em microvolts), o resultado será um verdadeiro desastre, algo semelhante a um curto-circuito. E, naturalmente, perturbações funcionais imediatas e intensas.
Já nos defrontamos com refinamentos, nesse tipo de crueldade. Um deles consiste em calibrar a energia de realimentação, deixando passar a tensão elétrica de determinado valor. O objetivo (sempre atingido) é perturbar a pessoa exatamente nos momentos em que as atividades profissionais são mais exigidas, ou quando mais necessita de energias. Nestes precisos instantes ela recebe, de súbito, toda a carga elétrica de seus músculos. O resultado será uma espécie de choque que poderá levá-la à perda de consciência, crise cardíaca ou outra repentina disfunção. Como se vê, o processo consiste em providência basicamente simples, em sua concepção: estabelecer pontes entre áreas motoras (que liberam fluxos energéticos relativamente grandes) e zonas cerebrais (extremamente sensíveis que funcionam com tensões elétricas muito débeis). Para executar isso, contudo, é necessária habilidade, conhecimento e técnicas de cirurgião.

2. UM CASO “ESTRANHO”.  

Há cerca de seis anos procurou-nos um paciente, diretor de banco, com estranhas manifestações patológica, cuja etiologia os médicos não conseguiam identificar. Isso.... segue.......        

3. OBSESSORES, APARELHOS E OBSIDIADOS.

A só presença dos aparelhos parasitas já indica o tipo de obsessores que terão de ser enfrentados. Em geral, pertencem a dois grande “ramos”:
1 – O inimigo da vítima contrata, mediante barganha, um mago das Trevas, especializado na confecção e instalação dos aparelhos;

2 – O obsessor é o próprio técnico, que confecciona, instala o aparelho e, como se não bastasse, também zela pelo seu ininterrupto funcionamento, o que torna o quadro sobremaneira sombrio.
Em qualquer caso, a presença desses mecanismos deverá supor a ação de um técnico de consumada capacidade, com bons conhecimentos de eletrônica e da fisiologia do sistema nervoso. A necessidade de um tal grau de especialização faz com que o uso desses aparelhos seja relativamente limitado. Se fáceis de aplicar, constituiriam uma calamidade: passes magnéticos jamais extraem estes engenhos fixados no sistema nervoso.
Sofisticados, inseridos na intimidade nervosa do indivíduo, os aparelhinhos só devem ser extraídos com o concurso de espíritos superiores ou técnicos do astral, devidamente habilitados (é preciso muito cuidado para evitar lesões em neurônios). Por isso mesmo, com freqüência nos valemos da própria habilidade de quem os implantou, obrigando os técnicos do Mal a inverterem o sinal de suas atividades. Usamos, para tanto, de todos os recursos. Pode ser o constrangimento direto, por exemplo: fazer com que os malfeitores se sintam na condição de alienados mentais, em futuras encarnações onde hão de colher as conseqüências dos seus atos. Mas também poderemos levá-los ao convencimento (se viável) através da doutrinação paciente e amorosa, nos moldes do Espiritismo clássico.  
De qualquer modo, nosso objetivo sempre tem sido alcançado: aliviamos o paciente da insidiosa agressão e recuperamos também o agente causador. Nunca se deve confiar, advertimos, na sinceridade de propósitos destes técnicos, mesmo quando concordem em colaborar. Jamais deixamos que trabalhem livremente; eles são permanentemente fiscalizados, de bem perto, pelos espíritos vigilantes que nos assistem e pelos médiuns desdobrados.

f) – INSTRUMENTOS FIXADOS NO CORPO PROVOCAR ENFERMIDADES LOCALIZADAS.

Em muitos casos, tantos que se tornam comuns, os obsessores têm o objetivo único de destruir fisicamente sua vítima, levando-a à morte ou ao sofrimento prolongado

http://www.estreladoorientesl.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=35&Itemid=59

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