A identidade dos Trabalhadores da Luz ( parte 3)

 

Começou a explorar o livre-arbítrio.

Este desenvolvimento não foi fortuito. Foi uma resposta a uma necessidade interior sentida pelas almas terrestres, uma necessidade de explorar a individualidade em níveis mais profundos que anteriormente. O crescente autoconhecimento das almas terrestres estabeleceu a etapa para a aparição do homem em termos biológicos, o ser humano que conhecemos.

Quando as almas terrestres ficaram prontas para entrar na etapa do ego, a criação do homem permitiu a estas almas experimentar uma forma de vida com livre-arbítrio. Isso também dotou as consciências encarnadas com uma maior consciência do 'eu' como oposto ao 'outro'. Com isso, estabeleceu- se a etapa para possíveis conflitos entre 'meu interesse' e 'seu interesse', 'meu desejo' e 'seu desejo'. O individual escapou da unidade manifesta, da ordem natural de 'dar e tomar', para descobrir que outros caminhos estavam disponíveis. Isso marcou o 'fim do paraíso' na Terra.

Pedimos que considerem isso não como um evento trágico, mas como um processo natural (como as estações do ano). Foi uma mudança natural de eventos que finalmente lhes permitiu (nestes dias e época) equilibrar divindade e individualidade dentro de seu ser.

Quando a consciência da alma terrestre entrou na etapa do ego e começou a explorar 'ser humano', as influências dos devas e angélicas lentamente se retiraram. A verdadeira natureza dessas forças é respeitar o livre-arbítrio de todas as energias que encontram. Nunca exercerão sua influência sem convite. Portanto, as consciências do ego tiveram um livre reinado e as almas terrestres passaram a conhecer todos os golpes e inconvenientes do poder. Isso também afetou o reino vegetal e animal. Poder-se-ia dizer que a emergente energia guerreira foi parcialmente absorvida por esses reinos não humanos, o que criou um certo distúrbio dentro deles. Isso ainda está presente hoje em dia.

Quando as almas terrestres desejaram novas experiências, isto também as fez receptivas a novas influências externas. Aqui, queremos chamar a atenção especialmente para tipos de influência extraterrestre, galáctica, as quais muito afetaram as amadurecidas, mas ainda jovens, almas terrestres. É neste ponto de nossa história, que as almas, às quais denominamos trabalhadores da luz, entraram em cena.


Influências galácticas sobre o homem e a Terra

Por influências galácticas ou extraterrestres, entendemos as influências de energias coletivas associadas a certos sistemas estelares, estrelas ou planetas. No universo, há muitos níveis ou dimensões de existência. Um planeta ou estrela pode existir em várias dimensões, estendendo-se das dimensões materiais até as mais etéreas. Em geral, as comunidades galácticas que influenciaram as almas terrestres existiram em uma realidade menos 'densa' ou material que aquela na qual vocês existem na Terra.
Os reinos galácticos estiveram habitados por almas amadurecidas que nasceram muito antes que as almas terrestres que estavam nos começos de sua etapa do ego.
Quando a Terra tornou-se habitada por toda forma de vida, e finalmente pelo homem, os reinos extraterrestres observaram este desenvolvimento com grande interesse. A diversidade e abundância de formas de vida chamaram sua atenção. Sentiram que algo especial estava ocorrendo aqui.

Entre as diferentes comunidades galácticas, ocorreram muitas lutas e batalhas por muito tempo. Isso foi, em certo sentido, um fenômeno natural, já que a consciência das almas acarreta necessidade de batalha para descobrir tudo a respeito 'do centrado em mim' e o poder. Estiveram explorando o trabalho do ego e, à medida que 'progrediram', tornaram-se adeptas da manipulação de consciência. Tornaram-se peritas em subordinar outras almas ou comunidades de almas a suas regras, por meio de sutis e não tão sutis ferramentas psíquicas.

O interesse que as comunidades galácticas tiveram sobre a Terra foi principalmente egocêntrico. Viram aí uma oportunidade para exercer sua influência de novas e poderosas maneiras.
Poder-se-ia dizer que naquele momento as batalhas intergalácticas tinham alcançado um ponto morto. Quando vocês brigam uns com outros uma e outra vez, alcançam um equilíbrio logo depois de um tempo, uma divisão de zonas de poder por assim dizer. Vocês conhecem um ao outro tão bem que sabem quando há espaço para atuar e quando não há. Desse modo, a situação alcança um beco sem saída e os inimigos galácticos esperaram novas oportunidades na Terra.

Pensaram que a Terra poderia lhes prover um cenário para renovar a batalha e superar o beco sem saída.


O modo como as comunidades galácticas pensaram exercer sua influência sobre a Terra foi por meio da manipulação da consciência das almas terrestres. As almas terrestres eram particularmente receptivas à sua influência quando entraram na etapa do ego. Antes disso, elas eram imunes a qualquer força externa motivada por poder, porque elas mesmas não estavam inclinadas a exercer o poder. Vocês são imunes à agressão e ao poder, quando dentro de vocês não há nada a que estas energias possam apegar-se.

Portanto, as energias galácticas não puderam acessar a consciência das almas terrestres, antes que estas almas decidissem elas mesmas explorar a energia do poder.
A transição à etapa do ego tornou as almas terrestres vulneráveis porque, além de sua intenção de explorar a consciência do ego, elas eram ainda muito inocentes e ingênuas. Portanto, não foi difícil para os poderes galácticos impor suas energias sobre a consciência das almas terrestres.


O modo como operaram foi por meio da manipulação da consciência ou controle mental.

Suas tecnologias eram muito sofisticadas. Eles tiveram principalmente ferramentas psíquicas, não muito diferentes à lavagem de cérebro através da sugestão hipnótica subconsciente. Trabalharam em níveis psíquicos e astrais, mas influenciaram o homem nos níveis materiais/físicos do corpo. Influenciaram o desenvolvimento do cérebro humano, proporcionando mais experiências aos seres humanos.

Essencialmente estimularam modelos de pensamento e emoções baseados no medo. O medo já estava presente na consciência das almas terrestres como resultado da dor e saudade que toda alma jovem traz dentro de si. Este medo existente foi tomado pelos poderes galácticos como seu ponto de partida para ampliar enormemente a energia de medo e subordinação nas mentes e emoções das almas terrestres. Isso lhes permitiu controlar a consciência humana.

Os guerreiros galácticos conseqüentemente trataram de lutar contra seus anteriores inimigos galácticos através (utilizando o) do ser humano. A luta de poder sobre a humanidade foi uma luta entre velhos inimigos galácticos que utilizaram seres humanos como seus títeres.
O delicado sentido de individualidade e autonomia das almas da Terra foi talhado em seus primórdios por esta violenta intervenção, esta guerra pelo coração da humanidade.

Entretanto, os interventores galácticos não puderam verdadeiramente privar as almas da Terra de sua liberdade. Apesar da massiva influência extraterrestre, a essência divina dentro de cada consciência de alma individual permaneceu indestrutível. A alma não pode ser destruída, embora sua natureza livre e divina tenha ficado velada por um longo tempo. Isto está relacionado com o fato de que o poder no fim de contas não é real. O poder sempre alcança seu objetivo através das ilusões de medo e ignorância. Pode somente esconder e velar as coisas; não pode verdadeiramente criar ou destruir nada.
Mais ainda, esse verdadeiro ataque sobre as almas terrestres não somente trouxe escuridão à Terra. Conseguiu, sem intenção alguma, iniciar uma profunda mudança na consciência dos guerreiros galácticos, uma mudança para uma nova etapa da consciência: iluminação ou 'segunda inocência'.



Raízes galácticas das almas trabalhadoras da luz

Como se vincula a esta história a noção de almas trabalhadoras da luz?

As almas trabalhadoras da luz, como vocês as chamam, são almas que estão profundamente conectadas ao sistema estelar das Plêiades. As Plêiades são um grupo de estrelas, sete das quais podem ser vistas a olho nu na Terra.


Antes de encarnarem na Terra em corpos humanos, as almas trabalhadoras da luz habitaram este sistema de estrelas por um longo tempo. Em termos de desenvolvimento da consciência em três etapas, passaram uma grande parte de sua maturidade ali. Nessa etapa, exploraram a 'consciência do ego' e todos os 'assuntos do poder' relacionados com ela. Foi a etapa em que exploraram a escuridão e na qual abusaram muito de seu poder.
Os pleiadianos, naquele tempo, foram CO-criadores do ser humano à medida que se desenvolviam. Igual a outras forças galácticas, os pleiadianos tiveram a intenção de usar o homem como uma marionete para dominar outras partes do Universo. Implantaram um tipo de radar energético no ser humano, que os proveria de informação (a respeito de seus inimigos).
É difícil explicar as técnicas que os poderes galácticos usaram em suas batalhas, porque não se assemelha a nada em seu mundo, não até onde eles as aperfeiçoaram.

Essencialmente, a tecnologia de guerra galáctica esteve apoiada em uma ciência de energia não materialista. Conheceram o poder da psique e sabiam que a consciência cria a realidade física. A metafísica deles foi mais adequada que os aspectos materialistas abrangidos por sua ciência atual. Como a sua ciência concebe a consciência como um resultado dos processos materiais, em vez do contrário, não pode compreender o poder criativo e causal da mente.

Na era do Cro-Magnon, os pleiadianos interferiram no desenvolvimento natural do homem em um nível genético. Essa interferência genética deveria ser concebida como o auge do processo de manipulação: imprimiram o cérebro/consciê ncia humano com formas de pensamentos particulares os quais afetaram a camada física celular do organismo. O efeito dessas impressões mentais foi como um elemento robótico, metálico, instalado no cérebro humano, o que tirou parte da força e a própria consciência do ser humano. Foi um implante artificial que tornou o homem mais adaptável como instrumento para as metas estratégicas dos pleiadianos.

Interferindo deste modo no desenvolvimento da vida na Terra, os pleiadianos violaram o curso natural das coisas. Não respeitaram a integridade das almas terrestres, que habitavam as espécies humanas em evolução. De certo modo, roubaram delas seu (recentemente ganho) livre-arbítrio.
Em certo sentido, ninguém pode roubar o livre-arbítrio das almas, como indicamos no final do último parágrafo. De todos os modos, em termos práticos, por causa da superioridade dos pleiadianos em todos os níveis, as almas terrestres perderam seu sentido de autodeterminaçã o em uma grande amplitude. Os pleiadianos usaram os seres humanos como ferramentas, como "coisas" essencialmente falando, que os ajudaram a alcançar suas metas. Naquela etapa, não estavam preparados para respeitar a vida como valiosa em si mesma. Não reconheceram no 'outro' (seus inimigos ou seus escravos) uma alma vivente como eles mesmos.

Porém, não há nenhuma intenção de fazer um 'julgamento' disto, já que tudo é parte do grande e profundo desenvolvimento da consciência. Eu mesmo, Jesus, fui parte desta história. Eu mesmo passei pelos extremos da dualidade, levando a cabo tanto atos de maldade, como atos de luz.
Em nível mais profundo, não há 'culpa', somente livre escolha. Não há vítimas, nem ofensores; somente experiência.

Vocês, as almas trabalhadoras da luz que alguma vez empregaram estes métodos escuros de opressão, julgaram a si mesmos muito severamente por seus atos. Inclusive agora, carregam consigo um profundo sentimento de culpa, do qual são parcialmente conscientes, de que vocês não são 'suficientemente bons' (qualquer coisa que façam). Esse sentimento se origina de um equívoco.

É importante compreender que 'trabalhador da luz' não é algo que vocês simplesmente são ou não são. É algo que vocês chegam a ser, quando vocês vão através da viagem de experiência; experimentando luz e escuridão. Sendo luz e escuridão. Se tivéssemos que nomeá-los, poderíamos chamá-las almas crísticas, em lugar de trabalhadores da luz.
Tiveram alguma vez a experiência de que um grave engano cometido por vocês eventualmente mudou as coisas de uma maneira positiva e inexplicável?

Algo similar aconteceu como resultado da interferência galáctica com a Terra e a humanidade. No processo de imprimir nas almas da Terra suas energias, as forças galácticas, na realidade, criaram um grande crisol de fusão de influências na Terra. Poder-se-ia dizer que os elementos combativos dentro das diferentes 'almas galácticas' se implantaram na humanidade como uma corrente de água, forçando deste modo os seres humanos a encontrar um modo de unir-se a eles ou de levá-los a uma coexistência pacífica. Embora tenha complicado bastante a viagem das almas terrestres, isto pôde finalmente criar a melhor oportunidade para uma ruptura positiva, uma saída da situação paralisante a que tinham chegado os conflitos galácticos.

Recordem, todas as coisas estão interconectadas. Há um nível no qual as almas terrestres e as almas galácticas são/foram conduzidas pelo mesmo propósito. Esse é o nível angélico. Cada alma é um anjo no seu âmago. (Falaremos disto em outro capítulo)

No nível angélico, tanto os guerreiros galácticos como as almas terrestres consentiram em formar parte do drama cósmico esboçado acima.

A interferência galáctica não só 'ajudou' a Terra a ser o crisol de fusão que se teve a intenção de que fosse (no nível angélico), mas também marcou o começo de um novo tipo de consciência dos guerreiros galácticos.
Inesperadamente, isto marcou o final da etapa do ego, o final da maturidade para eles e o começo de algo novo.


O final da etapa do ego para os trabalhadores da luz

As guerras intergalácticas tinham alcançado um ponto morto antes de a Terra entrar em jogo. Quando a batalha com a Terra recomeçou, ela realmente se deslocou para a Terra. Com esta transposição, algo começou a mudar dentro da consciência galáctica. O tempo das guerras galácticas terminou.

Embora eles permaneceram ativamente envolvidos com a humanidade e a Terra, as almas galácticas lentamente se retiraram para o papel de observadores. Nesse papel, começaram a se conscientizar de um tipo particular de cansaço em seu interior. Sentiam-se vazios por dentro. Embora a luta e a batalha continuassem, isto não os fascinava como antes. Começaram a fazer a si mesmos perguntas filosóficas tais como: qual é o significado de minha vida? Por que estou lutando todo o tempo? O poder realmente me faz feliz? À medida que se faziam as perguntas, intensificava- se seu aborrecimento com guerra.

Os guerreiros galácticos foram gradualmente alcançando o final de sua etapa do ego. Inconscientemente transportaram a 'energia do ego' e a 'luta pelo poder' à Terra, um lugar que estava energeticamente aberto a essa energia. As almas humanas estavam naquele tempo começando a explorar a 'etapa da consciência do ego'.
Na consciência dos guerreiros galácticos criou-se um certo espaço: o espaço para a dúvida, o espaço para a reflexão. Entraram numa fase de transformação, a qual descreveremos distinguindo os seguintes passos:

1. Estar insatisfeitos com o que a consciência baseada no ego tem para lhes oferecer, desejar 'algo mais': o começo do final.

2. Começar a ser conscientes de suas amarras à consciência baseada no ego, reconhecer e liberar as emoções e pensamentos que estão com ela: a metade do final.

3. Permitir que morram dentro de vocês as velhas energias apoiadas no ego, eliminando o casulo, sendo seu novo ser: o final do final.

4. O despertar dentro de vocês da consciência baseada no coração, motivada por amor e liberdade; ajudar a outros a fazer a transição: o novo tempo.

Esses quatro passos marcam a transição da consciência baseada no ego para aquela baseada no coração. Por favor, recordem que tanto a Terra como a humanidade e os reinos galácticos passam por esses estágios, porém não simultaneamente.   ( Continua...