CONFUCIONISMO


 

Confucionismo - 5° Raio - o verde esmeralda, Chakra da 3ª visão. O raio da Verdade que cura. Traz o desenvolvimento do poder de cura através do 3° olho. As qualidades de Deus que trazem ao homem: Alegria, Verdade, Abundância, Ciência, Método, Vida, Saúde, Cura, Unidade, Rejuvenescimento, Regeneração, Precipitação direta ou indireta do Espírito para a matéria, Respeito ao Próximo, Obediência e Respeito a Lei, Visão Divina, Felicidade, Abastança.



O Quinto Raio é o do conhecimento e da ciência. Ele dissolve as ilusões do ego, revelando a verdade, promovendo a cura e restabelecendo a abundância que é o estado natural dos filhos de Deus. As pessoas que desejam ampliar seu poder de concentração e conhecer a verdade - seja sobre si mesmos ou as situações que os envolvem - recebem um poderoso auxílio invocando o Quinto Raio.



No reino humano, ele inspira os os cientistas, os médicos, os psicólogos e os que se dedicam à pesquisa em benefício de seus semelhantes. Pessoas sob sua influência são concentradas, têm amor à verdade, vão fundo nas questões, utilizam sua inteligência para a realizações concretas e interessam-se pela cura; têm uma mente analítica e lógica. Indivíduos pouco evoluídos manifestam essa influência na forma de ceticismo, intransigência, apego a idéias, teimosia e julgamento preconceituoso.
As doutrinas do filósofo Confúcio (Kung-Fung-Tsen 551-479 a.C.) eram formadas por uma série de idéias filosóficas e políticas que formavam os pilares do governo e da burocracia na China imperial. Foi uma espécie de religião estatal que prevaleceu na China até o último imperador.


Uma das idéias fundamentais do confucionismo era que a natureza e o universo estão em harmonia e isto deve se aplicar também ao homem. O Tao é a harmonia predominante no universo, o bom e equilibrado relacionamento entre todas as coisas. Da mesma forma, a sociedade e o indivíduo devem viver em harmonia, pois só assim ele encontrará o incentivo necessário ao Te, o caminho certo para a ação.
Confúcio via o homem como naturalmente bom e pregava que todo mal brota da falta de conhecimento. A fim de alcançar harmonia com o Tao, homem precisa de conhecimento e compreensão, o que ele pode obter estudando o passado, a tradição. A educação, portanto era fundamental em sua doutrina. Seus conceitos mais importantes e o ideal para todos os homens são: piedade filial, respeito e reverência.

Confúcio era essencialmente prático, mas aceitava que os deuses populares fossem cultuados adequadamente, com rituais, sacrifícios e cerimoniais corretos, pois isso demonstrava a piedade filial do indivíduo, mas, de maneira geral, não se atinha a assuntos metafísicos e religiosos. Consta que ele foi o autor das seguintes frases: “Mostre respeito pelos deuses, mas mantenha-os á distância”. “Quando não se compreende nem sequer a vida, como se pode compreender a morte".

Mestre Confúcio

O Mestre Confúcio é o atual Hierofante do Templo do Royal Teton, nos EUA. Como um Ser do Segundo Raio, ele sustenta os atributos divinos da sabedoria Crística, da iluminação e do discernimento.

Mestre Confúcio, discípulo de Lanto. Teve sua última existência na China no período 551 AC - 479 a.C. Confúcio deu um grande exemplo de sabedoria e iluminação, principais atributos do Segundo Raio. Reverenciado como Sábio Supremo, deixou ensinamentos seguidos por mais de 2 mil anos, até que a revolução comunista proibisse o estudo do confucionismo e destruísse os templos em que ele era transmitido.

A maior contribuição de Confúcio ao povo da China foi um código de conduta, que pregava o respeito aos ancestrais e à Vontade Divina. Ele ensinava que a sociedade ideal é resultado da harmonização de cinco afinidades: entre governante e ministro, marido e esposa, pai e filho, irmão mais velho e mais jovem, amigo e amigo. Os relacionamentos, por sua vez, deveriam estar baseados no conceito de ren (humanidade e amor) praticado por meio do li (ética comportamental).



Os seus ensinamentos ainda estão em evidência e milhões de pessoas seguem-lhes fielmente, como norma e filosofia de vida. Na China, principalmente, é venerado acima de todos os seres da terra; em todas as cidades, por menores que sejam, há templos onde se lhe rende culto, geralmente em templos suntuosos, em paredes pintadas com a cor vermelha.

Ninguém influenciou a China tão profundamente como Confúcio. Ele é reconhecido como o primeiro e maior mestre da China. Por mais de 2.000 anos seus ensinamentos tem sido o fundamento do sistema ético e social da China; seu legado é inseparável do que significa ser chinês. Há um relato de suas conversações com seus discípulos e com os governadores e ministros de seu tempo – “Anacletos” , que é uma das mais importantes de suas obras (foi escrita pelos seus discípulos). Estas palavras auxiliaram muito a formar a cultura e a história da Ásia Ocidental, com sua afirmação da ética humanística. Se a influência for determinada pelo número de pessoas que viveram e morreram de acordo com a visão de um filósofo, Confúcio provavelmente tenha sido o pensador mais influente da história humana.

Confúcio (nascido Kung-fu-tzu) nasceu na cidade de Zou, no país de Lu (atualmente Província de Shandong) em 551 A.C.; era um descendente pobre de uma família nobre deposta. Era uma época de muita violência, pois sete dos estados mais fortes do mundo proto-chinês estavam guerreando pela supremacia.
Quando criança, ele fazia rituais de faz de conta no templo; quando jovem, ele adquiriu a reputação de justiça, cortesia e amor pelo aprendizado. Viajou extensivamente e estudou na capital imperial, Zhou, onde se diz que ele encontrou Lao-Tsé, o fundador do Taoismo. Os ensinamentos de Confúcio se harmonizam muito bem com os de Lao-Tsé. Enquanto a abordagem de Lao- Tse era mística, Confúcio enfatizava a ética e a filosofia social.




Tinha grande popularidade como professor. Ele viajava de estado em estado como filósofo itinerante para persuadir os líderes políticos de que seus ensinamentos eram a fórmula para um sucesso político e social. Eventualmente sua filosofia ditava o padrão de comportamento para toda a sociedade – incluindo o próprio imperador.


Ele, entretanto, não teve oportunidade de divulgar muito as suas teorias até a idade de 50 anos, quando foi indicado como magistrado da cidade e sob sua administração, a cidade floresceu. Foi promovido várias vezes, eventualmente se tornando Secretário da Justiça e depois Ministro Chefe do país. Seu objetivo era apresentar uma versão purificada e mais abstrata da doutrina que ele acreditava estar inserida profundamente nas práticas tradicionais e assim reviver a integridade pessoal e o serviço desinteressado na classe governamental. Sua administração teve muito sucesso: foram introduzidas reformas, a justiça se fez e o crime foi quase que completamente eliminado.

Confúcio acreditava que em algum lugar no passado havia existido uma época mítica em que cada pessoa conhecia seu lugar e fazia seus deveres; seu objetivo era o retorno a isso. Ele advogava o princípio da ordem – a atribuição de tudo em seu lugar correto na experiência total. A expressão prática disto era a sua grande disposição de apoiar instituições que podiam assegurar a ordem, para produzir pessoas que respeitassem a cultura tradicional, a boa forma, o bom comportamento e que procurassem realizar suas obrigações morais.

Seus ensinamentos não são uma religião. Na verdade são um guia para um comportamento pessoal adequado e para um bom governo, e eles enfatizam as virtudes da auto-disciplina e generosidade. Numa época em que somente a aristocracia tinha direito ao aprendizado, ele apresentava a opinião radical de que todos que possuíssem a profundidade e o desejo de aprender mereciam a oportunidade de uma educação formal.
Devido a problemas políticos, Confúcio largou seu emprego e abandonou o país.

Ele passou os cinco anos seguintes andando pela China com seus discípulos, mas foi perseguido pelos nobres. Quando percebeu que seus ensinamentos não estavam sendo postos em prática, ele viajou para vários estados, procurando um governante que ouvisse seus conselhos. Quando o Duque de Wei pediu seu conselho e estratégia militar, Confúcio replicou que ele não havia estudado como fazer guerras e partiu de Wei no dia seguinte.

Voltou a Lu aos 67 anos e passou o resto dos seus dias meditando, ensinando e finalmente, escrevendo. Morreu em 479 A.C., aos 72 anos.

Confúcio ensinava que uma pessoa deve tornar sua própria conduta correta antes de tentar corrigir ou mandar nos outros. O governante seria análogo aos pais, cuja primeira obrigação é amar os filhos; portanto, o governante deve amar o povo. O povo deve ser leal ao governante, mas para Confúcio esta lealdade significava também advertir o governante quando ele estivesse errado.

A essência dos ensinamentos de Confúcio é humanidade (ren). A bondade é a ação das pessoas que amam e a sabedoria é encontrada na compreensão das pessoas. Talvez os ensinamentos de Confúcio com relação à paz interior e paz na sociedade podem ser sumarizados num clássico a ele atribuído, intitulado A Educação Superior. O Caminho da Educação Superior é cultivado e praticado pela manifestação de um caráter iluminado de poder espiritual, amando as pessoas enquanto elas crescem e vivendo no bem maior.



Confucionismo

Se os políticos brasileiros lessem e aplicassem alguns dos ensinamentos de Confúcio, o Brasil seria um país muito melhor. Não que seja bom, pois está longe disso. Muita gente que vive no planalto e se diz letrada comenta ter lido os Analectos, mas parece que: ou não tiveram a capacidade de o compreender ou perceberam que se seguissem essa doutrina jamais encheriam os bolsos com o dinheiro público.
O Confucionismo considera o homem primordialmente bom e possuidor do livre arbítrio, sendo a virtude sua recompensa. O homem é capaz de ser perfeito por ele próprio, pelo seu esforço de seguir o caminho dos seus antepassados. Para Confúcio a natureza humana é boa. Ele acreditava que a sociedade humana deveria ser regida por um movimento educativo, o qual parte de cima, e equivaleria ao amor paterno, e por outro de reverência, que parte de baixo, como a obediência de um filho. Assim haveria respeito e equilíbrio.
Confúcio foi um dos pensadores de maior destaque na história da humanidade. Seu objetivo nunca foi criar uma religião, mas sim, ensinar princípios morais que permitissem as pessoas uma vida melhor, segundo valores de dever, cortesia, sabedoria, generosidade e fraternidade. Confúcio morreu em 479 a.C., velho, desapontado, mal sucedido e triste por não ter conseguido melhorar o mundo, embora ainda esperançoso em relação as gerações futuras.
Hoje, lendo alguns de seus pensamentos, podemos ter a certeza de que se suas idéias fossem seguidas certamente o mundo seria diferente. Muito melhor e mais justo. Perceba como pensava Confúcio entendendo as seis palavras-chaves de sua doutrina:



1. Jen - humanitarismo, cortesia, bondade, benevolência. É a norma da reciprocidade, ou seja, "não faça aos outros o que você não gostaria que lhe fizessem." Esta é a virtude mais elevada do Confucionismo. Segundo ensinam, se o homem colocá-la em prática, ele poderá viver em paz e em harmonia com as outras pessoas (Analectos 15:24).








2. Chun-tzu - homem superior, virilidade. Segundo Confúcio, o homem para ser perfeito deve ter humildade, magnanimidade, sinceridade, diligência e amabilidade. Somente assim, ele poderá transformar a sociedade em um estado de paz.









3. Cheng-ming - Retificação dos nomes. Este conceito ensina que para uma sociedade estar em ordem, cada cidadão deveria ter um título designativo ou um papel, e afirmar-se neste papel no esquema da vida. O rei, atuando como rei, o pai como pai, o filho como filho, o servo como servo. (Analectos, 12:11; 13:3)







4. Te - poder, autoridade. Confúcio ensinava que a virtude do poder, e não a força física, era necessária para dirigir qualquer sociedade. Todo governante, segundo ele, deveria ter esta autoridade para inspirar seus súditos à obediência.





5. Li - padrão de conduta exemplar, propriedade, reverência. Este conceito é tratado no Livro das Cerimônias (Li Ching), um dos Cinco Clássicos do Confucionismo. Segundo Confúcio, cada governante deveria ser benevolente, proporcionar um bom padrão de vida para o povo e promover a educação moral e os ritos. Sem esta conduta, o homem não saberia oferecer a adoração correta aos espíritos do universo, não saberia estabelecer a diferença entre o rei e o súdito, não saberia a relação moral entre os sexos, e não saberia distinguir os diferentes graus de relacionamento na família (Li Ching, 27).




 

6. Wen - artes nobres, que inclui: música, poesia e a arte em geral. Confúcio tinha uma grande estima pela arte, e considerava a música como a chave da harmonia universal. Ele acreditava que toda expressão artística era símbolo da virtude e que deveria ser manifesta na sociedade. "Aqueles que rejeitam a arte, rejeitam as virtudes do homem e do céu" (Analectos, 17:11, 3:3).


Segundo a doutrina de Confúcio, o ser humano é composto por quatro dimensões: O eu - A comunidade - A natureza - O céu (fonte da auto-realização definitiva)
As cinco virtudes essenciais do homem são:

O amor ao próximo -

A justiça -

O cumprimento das regras adequadas de conduta -

A autoconsciência da vontade do "Céu" -

A sabedoria e sinceridade desinteressadas



Fonte: Renata De L. e internet