ISLAMISMO

 

Islamismo - 6° Raio - o púrpura e dourado, Chakra do Plexo Solar. O raio do Ministério e Serviço. As qualidades de Deus que trazem ao homem: Paz, Ministério e Serviço, Fraternidade e família, Certeza, Focalização da Vontade, Esperança e Fé no futuro, Justiça, Satisfação e Paciência.


O Islamismo é hoje uma das mais importantes religiões do mundo, cujos ensinamentos foram estabelecidos por Maomé, chamado "O Profeta"
e contidos no Alcorão, o livro sagrado islâmico. A palavra Islã significa submissão total e voluntária, à lei e à vontade de Alá (Allah, Deus em árabe). Seus seguidores são chamados muçulmanos, que significa aquele que se submete a Deus. Estima-se que seja professada por mais de 1 bilhão de pessoas, distribuídas principalmente no norte da África, no Oriente Médio e na Ásia (centro, sul e sudeste). Na Europa é a segunda religião, depois do Cristianismo. No Brasil, há hoje 52 mesquitas, freqüentadas por cerca de 27.000 fiéis, segundo apurou o senso do IBGE de 2000.

Maomé (do árabe Muhammad, “digno de louvor”) nasceu em Meca, no ano de 570 d.C., numa família de mercadores. Começa sua pregação aos 40 anos após, segundo a tradição, ter uma visão do Arcanjo Gabriel, que lhe revela a existência de um Deus único. Maomé passa, então, a pregar publicamente sua mensagem. Perseguido em Meca, é obrigado, em 622, a emigrar para Medina. Este acontecimento, chamado Hégira, é o marco inicial do calendário que os muçulmanos usam até hoje. Em Medina é reconhecido como profeta e legislador, e estabelece a paz entre as tribos árabes. Quase dez anos depois, Maomé e seu exército ocupam Meca, sede da Ka’aba, centro de peregrinação dos muçulmanos. Maomé morreu em 632 d.C. em Medina na Arábia Saudita, onde se encontram seus restos mortais.




O livro sagrado dos muçulmanos é o Alcorão (do árabe qur’ ãn, "leitura") que contém a mensagem de Deus a Maomé, ditada pelo Arcanjo Gabriel entre os anos 610 e 632. É dividido em 114 suras, ordenadas por tamanho e que se constitui num código de vida completo, abrangendo todos os aspectos da vida do ser humano. O Alcorão possui também toda uma Surata sobre a Virgem Maria, a única mulher citada nominalmente, exaltando sua figura como mãe de Jesus.

O Alcorão é complementado pela "Sunnah", que é a explicação (ou um conjunto de preceitos baseados naquilo que o Profeta disse ou fez em relação a diversos assuntos) e demonstração na prática das ordens de Deus que foram prescritas no livro sagrado.

Nele, também encontramos uma lista dos mensageiros divinos, e entre eles estão Adão, Enoque, Noé, Abraão, Lot, Isaac, Jacó, José, Aarão, Moisés, Josué, Elias, Eliseu, Davi, Salomão, João o Batista, Jesus o Messias. Maomé é o último e o mais importante da sucessão de profetas

Segundo os muçulmanos, as desgraças e dores do mundo não são castigos do Criador, mas dores causadas pelo próprio homem na sua busca de ser ele mesmo um "deus".

A religião islâmica prega o respeito à vida, ao indivíduo, ao Estado, à propriedade, à ordem e sobretudo à justiça. Todos tem a mesma essência, possuem os mesmos direitos (o direito à vida, ao respeito, ao trabalho, à dignidade) e o dever de seguir as leis sociais, mas sobretudo as leis que Alá determinou.



 

Nos ensinamentos dos mestres ascensos, o Islamismo atua dentro do 6° Raio - o púrpura e dourado, o raio do Ministério e do Serviço. Corresponde ao chakra do Plexo Solar.

O Sexto Raio representa a força da devoção, da entrega e da vontade persistente. Por meio dele é que se elevam todas as formas de vida. Jesus Cristo, que é deste Raio e que por muito tempo também foi responsável por sua dispensação para a Terra, deu à humanidade o exemplo mais sublime do que a força da devoção e a absoluta entrega à Vontade de Deus é capaz.

A ordem, a paz, a justiça, o idealismo, a compaixão, o serviço ao próximo, a abnegação, a cura e o sacerdócio são os atributos do intenso Raio Rubi, que é muito eficaz para a abertura dos mundos inferiores onde reinam formas negativas e pesadas e serve de selo ou proteção contra as energias dos mundos inferiores. Freqüentemente associado ao Segundo Raio, gera a poderosa chama rubi-dourada.

O trabalho dos religiosos, místicos, artistas e daqueles que servem ao próximo é inspirado pelo Sexto Raio. As pessoas por ele influenciadas são compassivas, sabem como tocar os sentimentos alheios e são um exemplo de fé, devoção e entrega. Seres pouco evoluídos manifestam essa influência na forma de fanatismo, idolatria e emotividade exacerbada.


Um pouco da História do Islamismo
Maomé nasceu na cidade de Meca, na Arábia Saudita, centro de animismo e idolatria. Como qualquer membro da tribo Quirache, Maomé viveu e cresceu entre mercadores. Seu pai, Abdulá, morreu por ocasião do seu nascimento, e sua mãe, Amina, quando ele tinha seis anos. Aos 40 anos, Maomé começou sua pregação, quando, segundo a tradição, teve uma visão do anjo Gabriel, que lhe revelou a existência de um Deus único. Khadija, uma viúva rica que se casou com Maomé, investiu toda sua fortuna na propagação da nova doutrina. Maomé passou a pregar publicamente sua mensagem, encontrando uma crescente oposição. Perseguido em Meca, foi obrigado a emigrar para Medina, no dia 20 de Junho de 622. Esse acontecimento, chamado Hégira (emigração), é o marco inicial do calendário muçulmano até hoje. Maomé faleceu no ano 632.

Segundo os muçulmanos, o Corão contém a mensagem de Deus a Maomé, as quais lhe foram reveladas entre os anos 610 a 632. Seus ensinamentos são considerados infalíveis. É dividido em 114 suras (capítulos), ordenadas por tamanho, tendo o maior 286 versos. A segunda fonte de doutrina do Islã, a Suna, é um conjunto de preceitos baseados nos ahadith (ditos e feitos do profeta).

 

Os muçulmanos estão divididos em dois grandes grupos: os Sunitas e os Xiitas. Os Sunitas subdividem-se em quatro grupos menores: Hanafitas, Malequitas, Chafeitas e Hambanitas. Os Sunitas são os seguidores da tradição do profeta, continuada por All-Abbas, seu tio. Os Xiitas são partidários de Ali, marido de Fátima, filha de Maomé. São os líderes da comunidade e continuadores da missão espiritual de Maomé.

 

O Islamismo é atualmente a segunda maior religião do mundo, dominando acima de 50% das nações em três continentes. O número de adeptos que professam a religião mundialmente já passa dos 935 milhões. O objetivo final do Islamismo é subjugar o mundo e regê-lo pelas leis islâmicas, mesmo que para isso necessite matar e destruir os “infiéis ou incrédulos” da religião. Segundo eles, Alá deixou dois mandamentos importantes: o de subjugar o mundo militarmente e matar os inimigos do Islamismo -- judeus e cristãos. Algumas provas dessa determinação foi o assassinato do presidente do Egito, Anwar Sadat, por ter feito um tratado de paz com Israel e o massacre nas Olimpíadas de Munique em 1972.


A guerra no Kuweit, nada mais foi do que uma convocação de Saddam Hussein aos muçulmanos para uma “guerra santa”, também chamada de Jihad, contra os países do Ocidente (U.S.A.) devido à proteção dada a Israel. Vinte e seis países entraram em uma guerra, gastaram bilhões de dólares, levaram o Estados Unidos a uma recessão que se sente até hoje, para combater um homem que estava lutando por razões religiosas. Eles aparentemente perderam a guerra, mas, como resultado, houve 100 atos terroristas cometidos contra a América e Europa no mesmo mês. O “espírito” da liga muçulmana em unificar os países islâmicos e a demonstração do que podem fazer ficou bem patente aos olhos do mundo.

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