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Organização

Os essênios renovaram no deserto de Judá, a experiência vital da antiga peregrinação israelita nas planícies do Sinai. Sua vida faz recordar o profeta Isaias (40:3) Voz que clama no deserto, preparai os caminhos do Senhor.

Entre os essênios estaria João Batista.

Historiadores da época assim se referem aos essênios:

O Messias

Antes de ser encontrados os manuscritos do Mar Morto dizia-se que todo povo judeu aguardava o Deus exclusivo da Palestina. Contudo, após as revelações dos documentos soube-se que foi entre os judeus essênios que pela primeira vez se ouvira falar na vinda do Messias Universal que será Rei, mas que todas as nações desfrutarão.

O cristianismo nascido nesse período essênico sofreu as influências dessa época. Está patente, portanto, que os essênios foram os que mais participaram na formação dessa doutrina, o que pode ser visto por  sua conduta e também pelas instruções, que eram as que mais se assemelhavam àquelas ensinadas por Jesus.

Os essênios se espalharam por toda parte, mesmo sem pertencer aos grupos definidos, afiliados apenas por costumes e religiosidade.

O tema central essênio foi sempre a Aliança, vivendo com profundidade a gratidão. Sentem a manifestação de Deus não somente a propósito deles, mas de todos os homens do mundo.

Poucos respeitam tanto a Aliança com Deus como os homens desses grupos.

Origem dos Cristãos

Hempel, 1951, escreveu: Esclarecida a origem dos cristãos. O cristianismo é apenas essênio. Essênio ou cristão dá no mesmo.

Na terminologia, usos e costumes, características, notam-se grandes semelhanças entre cristãos e essênios. Por exemplo:

Ambos, essênios e cristãos, respiram o mesmo clima de uma única matriz.

Toda a história de Israel, sua evolução religiosa, é a base do Novo Testamento. São derivados do mesmo tronco.

Podemos afirmar, com segurança, que os essênios prepararam o terreno para a sementeira e o desenvolvimento do cristianismo. Assim a gratidão dos cristãos por terem eles facilitado o caminho.

Observa-se agora, que os que quiseram ser os filhos da Luz e viver como tal, se apagaram quando chegou Aquele que é a Luz Verdadeira, embora sem o terem percebido. Mas mesmo depois que Jesus inaugurou no Calvário a era de redenção, ainda por quarenta anos o vento carregou as orações dessa comunidade.

Invadidos um dia pelas Legiões Romanas, apressadamente os essênios esconderam nas fendas e nas grutas da região os seus escritos. Foram eles, nessa invasão, dispersados ou mortos para não mais voltar à sua comunidade de trabalho e oração, que agora descoberta, põem nova luz na história das religiões.

Tinham, porém, já cumprido a vocação, segundo Isaias: “No deserto preparai os caminhos do Senhor.”

Relatos Mediúnicos

Informam os Espíritos que atualmente no plano imaterial, a Comunidade Essênia teria sua sede no Monte Nebo, sob o comando de Hilarión, tendo como atividade principal o estudo e a divulgação do Evangelho, para testemunhos permanentes.

No Brasil, trabalhariam conjuntamente com Ismael, a fim de sedimentar na Terra do Cruzeiro, após muito esforço, renúncias e sacrifícios, o coração do mundo para ser a Pátria do Evangelho.

Este relato é  modesta homenagem do Centro Kardecista “Os Essênios” a esses nossos irmãos que nos antecederam na cronologia da história dos homens e a quem tanto devemos para prosseguir no estudo, entendimento e vivência das lições do Mestre Jesus, Este sim o verdadeiro Caminho, Verdade e Vida.

Centro Kardecista “Os Essênios”
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