SHOUD 7: “Corpo de Consciência” (Continuação ... )

...Continuação

Liberando o Passado

Ponto número dois. Liberem. Liberem.

Noutro dia, uma Shaumbra – ninguém daqui – me perguntou o seguinte: “Estou tão frustrada, Adamus...” Na verdade, foi pior... a linguagem foi mais curta e grossa, e não vou repetir. “Adamus, como eu supero os problemas? Como me livro deles? Como acabo com meu carma? Como ultrapasso essas questões? Toda vez que penso que estou indo além delas, elas voltam. Elas estão aqui novamente. Como acabo com o carma?”

Ah, a resposta é simples. Não é você. Não é você. Entendam, ainda existe essa crença... quer os humanos acreditem ou não em carma, eles acreditam no passado deles. Quer acreditem em vidas passadas ou em algum passado, acreditam que isso lhes pertence. E acreditam que isso é a cruz que têm que carregar, seu fardo, seja lá como queiram chamar, seu carma, seu condicionamento, e arrastam isso por aí. E ficam imaginando, então, por que a vida fica difícil, por que as oportunidades simplesmente não aparecem pra eles, por que parece que estão na mesma droga de estrada dia após dia após dia. Na mesma estrada.

Mesmo que pensem que estão seguindo em frente, a realidade é esta: quando olham, a estrada hoje foi a mesma de ontem e será a mesma de amanhã. Até dizerem: “Esse não sou eu. Isso não é meu.” Vocês não são suas vidas passadas, acreditem ou não. De fato, eu – eu, Adamus – estou cansado desse negócio todo de vida passada. Não existem vidas passadas. Não houve reencarnação. Que tal isso? Não houve um passado, de certa forma, de uma forma muito, muito real. Isso é muito antigo e não são vocês.

Mas por que é, Aandrah, que tantos querem se segurar no passado, na existência passada, nas outras 18.000 existências que possam ter tido, nas existências de sofrimento, nas existências em que foram queimados e torturados? Por que querem se ater a isso? Aqui entre nós, no microfone.

AANDRAH: Ahh, e milhares de outras. Em parte, para provarem que existem. Eles têm medo. “Se não tenho passado, não existo.”

ADAMUS: Isso! Você leva o copo todo! O copo todo! [A plateia aplaude quando Adamus esvazia o copo de chocolates no colo de Norma.] Precisaremos de mais prêmios no mês que vem. Eu adoro esta escola. Ah, obrigado.

Sim, em parte porque, sem o passado, fica o medo de que vocês não existam. Então, vocês se prendem ao passado – não estou falando, necessariamente, com vocês; estou usando a palavra genericamente, humanos. Os humanos se prendem ao passado desesperadamente. E quando eles esquecem o passado, porque, na verdade, eles não... Como estamos com o tempo? Ainda tenho muito chão pela frente.

LINDA: Não importa.

ADAMUS: Tudo bem. [A plateia ri e aplaude.]

Então, eles se atêm ao passado e, depois, quando não conseguem lidar com o passado e saem do corpo em direção ao nada, eles vão receber aconselhamento psicológico para lembrarem do passado e de que realmente existem; e, daí, o profissional receita algumas drogas que fazem com que eles esqueçam o passado; e, agora, eles entram numa profunda, profunda densidade. Agora, eles não conseguem mais nem mesmo se manter no nada, e será que vocês fazem ideia de como é frustrante quando se quer ficar longe e não se consegue? Mas não se está aqui tampouco? Onde se está? No inferno. No inferno a essa altura, e é difícil ter de volta esses humanos.

Por que estou contando tudo isso pra vocês? Vocês já sabem. Vocês já conhecem isso. Já vivenciaram isso. Vocês jogaram com isso, e aqui estão vocês, agora mesmo, humanos iluminados, professores da Nova Terra, que, por sinal, também pode ser esta velha Terra. Falarei sobre isso em outro Shoud.

“Então, como vocês liberam isso?” Essa Shaumbra perguntou: “Como eu resolvo isso?” E eu disse pra parar de acreditar em quem ela era, parar de acreditar no carma, parar de acreditar no passado. Agora, ainda estou... Edith, se você acha que eu a deixei um pouco aborrecida... essa Shaumbra ainda está muito zangada comigo. Muito aborrecida, muito zangada, nos assistindo hoje, achando que sou algum tipo de... [alguém diz: “demônio”] eu não disse a palavra demônio, mas, sim, talvez; achando que estou tentando enganá-la. [Adamus fala olhando algumas vezes para a câmera.] Ela está dando uma olhada na transmissão pela internet pra ver que truquezinhos eu estou usando. Porque esse ser maravilhoso não consegue se imaginar deixando ir o passado, porque, bem, ela investiu nele. Mais de 1.800 existências foram investidas. Éons de tempo, antes mesmo de vir para a Terra, foram investidos. Tem sido uma queda-de-braço. Ela acha que, se abrir mão de tudo que fez pra descobrir a resposta para a pergunta “quem sou eu?”, não vai ter servido pra nada – ela vai se descontrolar, desmoronar, vai embora, voltar pro começo, voltar pro início. Vocês não conseguem voltar para o início.

Deixando ir o seu passado, vocês deixam ir as ilusões. Vocês liberam a energia que está presa e enterrada. Vocês não abrem mão da experiência, do sentimento. Vocês não abrem mão da paixão e da sabedoria. Vocês liberam a perspectiva... a perspectiva do que vocês pensavam que estavam fazendo quando tinham oito anos de idade e alguns incidentes aconteceram. Foi uma perspectiva. Se vocês estivessem totalmente conscientes, como estão hoje, vocês teriam percebido que muitas outras coisas estavam acontecendo.

Então, quando vocês deixam ir as vidas passadas, as crenças e tudo mais, vocês não estão realmente deixando ir sua identidade. Como vocês poderiam deixar ir algo que é de vocês? Como vocês podem liberar uma alma que está repleta de experiência e paixão? Vocês liberam a perspectiva. Vocês deixam ir o modo de ver a coisa. Vocês liberam a energia presa. E, daí, o que acontece?

O que acontece quando a Terra, por meio de um terremoto ou da explosão de um vulcão, libera? O que acontece com essa energia? [Adamus assobia.] Estou sem prêmios, então, suponho que não terei respostas. [Risadas] Assim...

KATHLEEN: Ela transmuta.

ADAMUS: Ela transmuta. Ela se desloca. Ela muda. Obrigado. Kathleen. Eu disse, desde o início, que você era brilhante, e agora você me vem com isso. Você está deixando desabrochar. Ah, como as pessoas menosprezaram você. Não lhe parece libertador?

KATHLEEN: Sim.

ADAMUS: É claro que sim. [A plateia aplaude.]

Por isso, a Terra treme, a Terra muda, a Terra tem fogo e neve e tudo mais. O que está acontecendo é que a energia está transmutando. Está voltando... [Adamus ri quando Linda traz pra ele um prato cheio de chocolate.]

LINDA: Seu desejo é uma ordem.

ADAMUS: [rindo] Obrigado, querida. [Adamus entrega um chocolate a Kathleen.] Estão vendo? Não é preciso nem pedir; vem até vocês! Simplesmente, vem até vocês.

Então, a energia transmuta. Ela volta, digamos, para um reservatório ou um depósito. Pode ser um reservatório individual, um reservatório comunitário, o reservatório de um país ou um reservatório global, mas volta. Volta diferente de como era originalmente. Não é necessariamente mais poderosa nem maior. É apenas mais sábia.

Se a pessoa chamar a energia de volta... digamos que a energia que vocês liberaram, a velha consciência que vocês liberaram, volte para seu reservatório de alma... agora, ela não volta como a mesma energia para servi-los de novo. Ela tem um componente de sabedoria; tem um componente de graça agregado a ela, se vocês tomarem consciência. Do contrário, vocês simplesmente vão usá-la como sempre a usaram, com as mesmas limitações de antes. No entanto, se tomarem consciência de que há uma liberação quando vocês deixam ir suas vidas passadas, quando deixam ir quem vocês eram ontem e, então, tomam consciência do hoje, vocês podem aproveitar esse magnífico novo componente que foi acrescentado – sabedoria, amor, tranquilidade – qualquer que seja o componente que vocês queiram.

Quando vocês evocam essa energia para atendê-los... [Adamus procura os pilots pra escrever...]

LINDA: Sem pilots? Oh, meu Deus! [Risadas; Linda vai buscar pilots.]

ADAMUS: É uma conspiração. Eu sei que estão tramando contra mim. “Adamus está desenhando muito no quadro. Ele está agindo como um professor. Vamos sumir com os pilots.” Pobre de mim. [Ele ri.]

Então, quando vocês chamam de volta essa energia, ela volta para atendê-los. Entretanto, algo brilhante... não preciso dos pilots, eu tenho bolas... [Algumas risadas quando Adamus traz duas grandes bolas vermelhas.] Algo brilhante vem com essa energia. A Nova Energia. Nova Energia.

Eu uso estas bolas vermelhas como um símbolo da Nova Energia. Ela se une à Velha Energia que está vindo agora e elas se misturam. Mas vocês só vão ser capazes de utilizá-la se tomarem consciência dela.

Agora, estar consciente não significa pensar sobre ela. Estar consciente significa sentir essa energia. Estar consciente significa perceber essa energia. Daí, ela vem para a vida. Daí, ela trabalha pra vocês.

Assim, o mundo está liberando agora. Vocês veem isso nos terremotos, no clima estranho... essas são as coisas óbvias. Muitas outras coisas também estão acontecendo. Vocês só podem se tornar conscientes da Nova Energia explorando-a. Ela não está apenas mudando a Terra física em si. Ela está mudando as grades magnéticas. Ela está mudando os eixos e, então, um terremoto surge e realmente muda a Terra de lugar. Para aqueles que estão envolvidos com astrologia, huh-huh. Parem e observem uma segunda vez. Ela está alterando toda a ilusão dessa astrologia. Astrologia é uma coisa maravilhosa. Fui um grande praticante de astrologia em algumas de minhas existências. Mas o que eu conhecia naquela época não se aplica agora. Repensem a astrologia ou sintam a astrologia de uma nova maneira.

Tem muita coisa acontecendo no mundo no momento. Vamos respirar fundo e ficar conscientes.

Tem muita coisa acontecendo dentro de vocês no momento.

[Pausa]
 

Experiência

No mês passado, falei deste como sendo um tempo muito especial. Eu disse que vocês vão agora sair da teoria e entrar na experiência. Alguns reclamaram. Experiência é viver algo. A experiência é insubstituível. Vocês vão descobrir que apenas pensar sobre as coisas foi realmente muito desgastante e chato. Então, vocês passam para a experiência. E eu disse que a maioria de vocês teria uma experiência neste mês que se passou, e a experiência vai abrir uma nova parte de vocês. A experiência vai oferecer um dos muitos canais para se trazer a Nova Energia, para se integrar esse potencial neste momento do Agora.

Então, com o microfone na mão, Linda vai para a plateia e eu pergunto ao Marc Ritter: Qual foi a sua experiência? Você sabia que eu ia chamar você.

MARC: Claro que sabia. Eu vivenciei tanta coisa.

ADAMUS: Exatamente. Agora, claro, você estava na nossa viagem Sons da Alma, só pra que todos entendam.

MARC: Isso.

ADAMUS: E, primeiro de tudo, foi uma experiência?

MARC: Com certeza, foi.

ADAMUS: Cumpri com minha promessa do último Shoud de que você teria uma experiência? Não, eu não. Você que cumpriu. Você, sim. Então, o que foi que você vivenciou?

MARC: Eu vivenciei tantas coisas... o que você quer saber?

LINDA: Aah, respondeu com outra pergunta.

ADAMUS: Se você fosse contar aos Shaumbra o que você vivenciou num nível espiritual pessoal, num nível de alma, o que você diria?

[Pausa enquanto Marc busca as palavras.]

Você está chegando lá. Você está quase falando, mas está se perguntando se vou dizer que você está errado porque eu, provavelmente, vou. Eu lhe digo uma coisa: você não consegue colocar em palavras. É quase indefinível, e você não quer colocar em palavras, porque, na hora em que coloca, as coisas se distorcem. Isso meio que distorce e corrompe as coisas ou, no mínimo, as limita. Agora, não será assim pra sempre, porque vocês vão desenvolver uma eloquencia de alma em que vão falar, mas vão realmente projetar ou irradiar sentimentos em vez de palavras.

Desse modo, foi indescritível. Foi pessoal. Foi... ah, foi. É isso...

MARC: Definitivamente.

ADAMUS: Sim, sim. Foi. Então, Linda, você escolhe. Vou fechar os olhos. Você escolhe alguém.

LINDA: Alguma pergunta em particular?

ADAMUS: Não, a mesma pergunta: o que você vivenciou neste mês que passou?

LINDA: Ah, tudo bem. [Risadas quando Linda leva o microfone para Deb.]

ADAMUS: Vejam, é engraçado, porque essa também teria sido minha escolha. Deb, quais foram suas experiências neste mês? E presumo que esteja tudo bem entre nós?

DEB: Está tudo bem.

ADAMUS: Certo. Você pode conversar com Edith mais tarde e lhe dizer que é uma coisa realmente boa ficar aborrecida comigo?

DEB: Movimenta energia.

ADAMUS: Movimenta. Agita, sim. Sim. E eu faço isso, obviamente, por amor.

DEB: É claro.

ADAMUS: É claro. Certo, então, você teve... não vou revelar. Como foram suas experiências este mês?

DEB: Ah, por favor, prefiro que você fale por mim. [Muitas risadas]

ADAMUS: Eu... e você sabe que eu vou falar depois que você tentar identificar por conta própria. Ah, eu sei... continue.

DEB: Bem, já foi dito. É muito difícil colocar em palavras.

ADAMUS: É.

DEB: Para mim, acho que foi um monte de... teve muito trabalho interno. Não senti nenhuma energia externa...

ADAMUS: Um grande prêmio. Grande prêmio. [Adamus entrega uma rosa para Deb.]

DEB: Ah, obrigada.

ADAMUS: Uma experiência não precisa ser dramática. Uma experiência não tem que estar na sua cara. Uma experiência, geralmente, não virá de fora pra dentro. Vocês estavam olhando por aí – do lado de fora.

Alguns de vocês estão se sentindo mal com vocês mesmos. Vocês dizem: “Eu não tive uma experiência nesse mês que passou.” Sim, vocês tiveram. [Risadas com o tom que ele usa.] Mas vocês estavam procurando lá fora. Se tivessem procurado bem aqui [mostrando o corpo], teriam tido uma tremenda experiência.

Experiências não precisam ser escandalosas nem barulhentas. Experiências não têm que ser caóticas nem estarem repletas de conflitos. Experiências não têm que ser açucaradas nem sobrenaturais. Ah, vocês dizem: “Bem, então, como vou saber que é uma experiência?” Tomando consciência. Tendo uma tremenda tomada de consciência. Se olharem sempre pra fora da janela, como vão saber o que está acontecendo aqui dentro? Se ficarem esperando drama, como vão saber quando passarem por uma belíssima mudança interior?

Bem, mais cedo ou mais tarde, a experiência vai se mostrar na vida diária, sim, mas, então, vocês vão se perguntar: “Por que as coisas estão acontecendo de um jeito meio diferente agora, um pouco melhor? O que aconteceu?” Vocês tiveram uma experiência. Vocês tiveram uma experiência, cada um de vocês teve.

Agora, é óbvio, se vocês estivessem em nossa viagem ao Egito, a experiência teria ficado muito evidente. As experiências aconteceram do lado de fora, mas realmente a experiência que todos tiveram foi muito pessoal. Muito pessoal. Se eu perguntasse à maioria daqueles que estavam na viagem o que fizeram, o que viram, em que dias passaram por certas coisas, eles não teriam ideia, porque eles estavam passando por uma experiência muito profunda e pessoal. A experiência não tem que ser catártica. Não tem que trazer lágrimas aos olhos. A experiência pode apenas ser uma experiência.

Então, vocês dizem: “Bem, como eu defino a experiência? Não vou vivenciar algo que seja bem tangível e que eu possa identificar claramente?” Não. Não. Tirem os antolhos.

A experiência, afinal, tem a ver com permitirem-se viver, permitirem-se estar aqui, permitirem-se estar conscientes. Todos vocês, no mês que passou desde nossa última conversa, tiveram uma experiência que mudou sua vida de um jeito que não acontecia há muito, muito tempo.

Pode levar um tempo pra que alguns de vocês percebam realmente qual foi a experiência ou, como diriam, que ela se manifeste ou ocorra aqui. Mas vocês tiveram uma experiência. Como vocês sabem? Como vocês sabem que não estou só falando por falar? Tomem consciência. Tomem consciência e sintam lá dentro.

Mais experiências virão pela frente – talvez não o que vocês pensam que será, e talvez sim – porque nós, enquanto Shaumbra, estamos neste incrível barco, juntos e individualmente, entrando na experiência.

Bem, entre agora e nosso próximo encontro, vocês serão solicitados, por vocês mesmos, para trabalharem com a experiência, para trabalharem com a Nova Energia, para aplicá-la, para fazer alguma coisa com ela. Pode ser uma criação grandiosa. Pode ser qualquer coisa. É pra brincar com ela assim como brincariam com a bola; é pra começarem a se acostumar a ela, começarem a se unir a ela.
 

Vivenciando a Nova Energia

Lembrem-se, no mês passado, eu disse que vocês sentiam algo ao redor. Vocês sentem algo rastejando ao seu redor, tentando invadir seu cérebro ou seu corpo ou o que for, e não é uma sondagem alienígena. Alienígenas não são assim tão espertos. Dia desses, quando tivermos um tempinho sobrando, vamos visitar uma espaçonave alienígena, e eu lhes mostrarei como eles realmente são. E teremos uma experiência grandiosa.

Mas, nesse ínterim, esta Nova Energia, que vem de vocês, não de um potencial futuro, mas de uma consciência maior de vocês, virá visitá-los. A Nova Energia – a verdadeira Nova Energia, expansional – está descendo agora para esta realidade, ou subindo pra esta realidade. Ela vem brincar com vocês. Ela está testando vocês. Ela quer ver do que vocês são feitos. Como eu disse no mês passado, ela quer saber o que faz vocês rirem, vocês chorarem, vocês sentirem coisas diferentes. Como esse cérebro funciona? E ela está sondando, investigando, de uma maneira muito amorosa, sem invadi-los, cheia de compaixão. E são vocês. Não um grande anjo dourado, não algo que seja diferente ou esteja separado de vocês. Ela é, de fato, vocês e está vindo.

E, neste mês, entre agora e nosso próximo encontro, é hora de começar a brincar com ela. Vocês precisavam, primeiro, estar conscientes dela, mas agora comecem a brincar com ela. O que fazer? Qualquer coisa. Saiam pra caminhar – vocês, seu Pakauwah e a bola vermelha. Saiam pra passear. Levem-na para o trabalho. Muitos não levam sua espiritualidade para o trabalho. Às vezes, não culpo vocês, mas agora é hora de começar a levá-la para o trabalho. Dirijam o carro levando ela junto. Falem com ela em voz alta, ou melhor ainda, não falem. Sintam-na.

Colocando teoricamente, ela é o Você que vocês sempre esperaram ansiosamente. É o você que vocês sempre quiseram que os amasse. Não podia amá-los, porque vocês não queriam. Vocês não estavam prontos pra ela. Vocês não se amavam o suficiente pra permitir que algo tão precioso como o Você real se aproximasse. Vocês se mantinham afastados, esperando um momento melhor, esperando eliminarem o carma, esperando se aperfeiçoarem, esperando até que aprendessem a meditar ou a rezar de maneira apropriada. Ela sempre quis vir, e agora ela pode.

Vocês liberam o passado, o que não significa abrir mão de sua identidade. Sua identidade é de vocês. A identidade é o Eu Sou o que Sou. Isso é a identidade. Do que mais vocês precisam além do Eu Sou? De nada. Absolutamente nada.
 

Derrubando Moinhos de Vento

Bom, passando para o próximo assunto. Certo, então, o que está acontecendo neste jogo todo? Eu me refiro a isto muitas vezes – eu vejo vocês derrubando moinhos, atacando moinhos de vento. Dom Quixote. Vejam, Dom Quixote saiu da realidade, o que significa de suas limitações. Ele queria algo mais, tinha que existir algo mais além daquilo, que o estava levando à loucura por permanecer dentro das normas. Então, ele saiu. Mas quando saiu dessas normas, criou ilusões incríveis de que tudo era uma batalha contra ele. As árvores e o vento eram demônios. Os moinhos de vento, os gigantes, os guerreiros. A noite era um demônio. As estrelas que o espionavam eram os olhos das outras esferas. Então, ele costumava derrubar moinhos.

Agora, os que estavam à sua volta olhavam e diziam: “Ele é louco, não é?” Na verdade, ele não era, não. De jeito nenhum. Ele batalhava porque sempre estava batalhando, sempre tinha batalhado, sempre lutava por alguma coisa, mesmo que fosse apenas atacar um moinho de vento, apesar de ele não revidar. E, queridos Shaumbra, vocês estão atacando alguns moinhos, travando batalhas que não precisam mais travar, entrando em combates que não precisam mais entrar.

Agora, Don Quixote acabou desistindo de atacar moinhos, voltou para as normas, voltou para sua velha realidade. Bem, vocês não conseguem. Vocês não querem, devo dizer. Vocês tentaram, mas é muito difícil.

Então, sobra a seguinte situação – uma situação interessante e única – em que vocês dizem: “Bem, aqui estou eu, fora das normas. Eu expandi. O que eu faço?” Bom, primeiro, agradeçam a si mesmos por saírem da caixa. Agora, quando vocês saíram, vocês ainda tinham aquela espada. Vocês ainda lutavam contra demônios, ainda combatiam quase tudo.

Agora é o momento de reconhecer que são apenas moinhos de vento. É apenas o ar se movendo, é apenas o sol se pondo à noite que causa a escuridão, são apenas as estrelas no céu lembrando de onde vocês vieram, mas não para onde vão. É o momento de largar as espadas e parar de derrubar os moinhos, os demônios. Não são realmente demônios.

É uma ilusão. É um hábito, sair pra lutar, pra se defender, se proteger. É uma dinâmica da Velha Energia que, de certa forma, vocês usaram pra mantê-los ocupados. Atacar moinhos de vento realmente faz com que alguém fique ocupado por um bom tempo, e quando esse moinho é conquistado, vocês encontram outro moinho. Se não for um moinho, será uma montanha; e se não for uma montanha, será um rio.

Vamos parar de atacar moinhos a partir de hoje. Tudo bem? Não há nada pelo qual lutar. Vocês percebem o que estavam realmente atacando?

SHAUMBRA: Nós mesmos.

ADAMUS: Ah! Presentinhos pra todo mundo! [Aplauso] Vocês mesmos. Com certeza. Vocês mesmos. Muitas vezes, vocês projetam vocês mesmos em outras coisas, outras pessoas, mas realmente são vocês mesmos. Mas isso não parece meio velho agora, meio cansativo?

Então, vamos aproveitar esta ocasião de tomada de consciência, em que muitas coisas estão acontecendo... vocês acham que estão apenas me observando... muitas coisas estão acontecendo bem neste momento... vamos aproveitar a ocasião, se quiserem, pra fazer uma escolha consciente de parar de atacar moinhos de vento, parar de lutar. Mas antes que concordem, deixem-me incluir um aviso. Há uma tendência – uma tendência da Velha Energia – de se dizer: “Bem, então, o que eu faço?” Há uma certa dinâmica para se continuar lutando contra moinhos, porque, ora, é o correto – é tão justo quanto o inferno. Vocês podem dizer a todos que estão ocupados lutando contra moinhos de vento. Estão ocupados mudando o mundo! Estão ocupados criando a nova dinâmica espiritual para a Terra e, portanto, precisam ser os Jedi da Nova Energia. [Risadas]

O que acontece quando se desiste disso, Aandrah? Microfone, por favor, e vou ficar com uma flor de prontidão aqui. O que acontece quando se desiste disso?

AANDRAH: Ah, é de tirar o fôlego. Você começa a rir, a brincar, a celebrar...

ADAMUS: Mais uma palavra.

AANDRAH: ... a respirar e a realmente viver.

ADAMUS: Viver. Viver é a palavra. [Aplausos] Vocês realmente começam a viver. [Ele lhe entrega a flor.] Creio que você mesma tenha comprado essas flores, então... [Risadas] Vejam, aquilo que se distribui se recebe de volta.

Então, sim, vocês começam a viver. Parte de vocês não consegue se imaginar vivendo sem ser o defensor justiceiro. Parte de vocês não consegue se imaginar vivendo sem uma causa. Mas digo uma coisa, vocês vão chorar no meu ombro e me perguntar depois: “Por que você não disse isso antes pra gente?” Vocês vão chorar no meu ombro e dizer: “Quando liberei, quando parei de derrubar moinhos e outras coisas que surgiam... quando liberei, percebi o que era realmente viver. Percebi que eu era muito limitado antes e agora não tenho palavras pra descrever. Está além das palavras.”

Agora, continuar com o ataque aos moinhos e às bestas cabeludas como vocês têm feito, é também, queridos Shaumbra, a razão pela qual vocês têm a luta, têm a perseguição, têm toda essa ilusão do propósito e da causa, mas que também cria a limitação. Então, vamos liberar isso agora. A luta... a luta. Deixem ir agora.

Mas o mundo ainda será o mundo e vai continuar pressionando vocês, certo? Mas quando pressionar, vocês não precisam sentir a pressão. Vocês não precisam resistir. Não precisam revidar. Não há nada contra o qual se defender. Vocês respiram e percebem que nada pode ser tomado de vocês. Percebem que não vão ser enganados. Com certeza, não podem levar sua alma. Não podem mais escravizá-los.

Falei um pouco sobre escravidão naquele nosso recente encontro no barco. Fiz uma afirmação aos Shaumbra, lá, que acho que desagradou a alguns, mas era esse meu objetivo mesmo. Eu disse que apenas um Mestre – apenas um Mestre – é que pode oferecer o verdadeiro serviço. Todos os demais são escravos. Todos os demais são escravos.

Assim, queridos Shaumbra, vocês tinham essa mentalidade de escravos – deixar que os outros os escravizasse – e como vocês podem estar em serviço quando são escravos? Não podem. Vocês são escravos. Quando vocês se elevam acima disso, quando chegam ao ponto em que estão agora, vocês liberam isso tudo. Vocês se tornam conscientes de que são o Mestre. Vocês não aspiram isso, vocês são. Vocês estão conscientes disso em vez de buscar isso. Então, vocês conseguem realmente estar em serviço. Então, podemos falar em mudar a consciência da Terra. Qualquer outra coisa é apenas Velha Energia.

LINDA: Não importa, mas são 4:45h.

ADAMUS: Eu sei, mas estou me divertindo muito aqui. Se alguém quiser se levantar e sair, tudo bem.

LINDA: Uns dois saíram.

ADAMUS: Sim, e vou acabar enxotando o resto porta afora. Então, queridos Shaumbra, vamos redefinir as coisas.

 

Corpo de Consciência

Vocês falavam de componentes dos quais pensavam que vocês eram feitos. [Adamus escreve.] Espírito, mente – minha caligrafia está melhor? – e corpo. Corpo, mente, espírito – é assim que muitos gostam de se definir. Vamos apagar isso agora. Em vez de se considerarem como sendo esses componentes individuais, que basicamente ficam isolados uns dos outros, é hora de ir além.

Vamos respirar fundo.

É hora de se perceberem como um Corpo de Consciência. Nada mais de corpo, mente e espírito; nada mais de humano e divino; nada mais de bom ou mau, luz ou escuridão, menino ou menina. Vocês são um Corpo de Consciência.

O corpo como num barco. Um barco é um receptáculo de navegação. [Adamus desenha um barquinho à vela embaixo das palavras “Corpo de Consciência”.] O corpo representa soberania. Ele é seu. Vocês são um corpo de consciência. Consciência é percepção. Vocês são um Corpo de Percepção, e é hora de começarem a usá-lo. É hora de começarem a tomar consciência.

A mente, agora, se assim escolherem, se funde ao Corpo de Consciência. A biologia física se funde ao Corpo de Consciência. Seu espírito, que antes vocês mantinham à parte do restante de vocês, se funde ao Corpo de Consciência. De certo modo, pode-se dizer, vocês retornam para onde estavam, de onde vieram, mas não exatamente. Vocês não voltam. Vocês agora evoluem, expandem; voltando para uma parte essencial de si – a consciência – mas agora altamente expandida.

Enquanto Corpo de Consciência, vocês não têm que ver a si mesmos como nada além de si mesmos, sua alma, sua soberania, seu Corpo de Consciência. Corpo não precisa ser algo físico. Corpo pode muito bem ser não físico, multidimensional. Corpo de Consciência.

Então, não vamos mais usar estas palavras – essa maneira de se definirem como corpo, mente e espírito. Foi bom lá atrás. Trouxe um pouco da percepção de que vocês são bem multidimensionais, mas vocês são agora um Corpo de Consciência.

Assim, entre agora e nosso próximo encontro, eu gostaria que vocês ficassem realmente conscientes do que isso significa, realmente conscientes de que todos os componentes estão integrados e interligados, não separados. Não estão separados.

Muito tempo atrás, a evolução da humanidade, a sua evolução estava relacionada à sobrevivência. Ver se vocês conseguiam vir para a Terra e se manter na biologia, sobreviver. Quando a maioria passou a ter domínio quanto a isso, então, a próxima forma de evolução se tornou a religião. Religião, para que agora vocês pudessem dar a si mesmos uma razão pra querer sobreviver. Então, vocês se deram a religião. Vocês se deram muitos deuses. E, então, ficou tudo tão confuso que vocês os transformaram em um só Deus. Ah, vocês falam de um só Deus, mas na realidade vocês ainda acreditam em muitos deles.

E, depois, quando superaram a fase religiosa, nesta existência ou em outras existências, quando ficaram cansados das igrejas, vocês entraram na fase espiritual – nova era, busca espiritual, metafísica. Isso possibilitou que vocês fossem além de ter um deus lá longe noutro lugar, mas ele ainda era um deus separado. Vocês meio que sabiam que ele era vocês, que vocês tinham um espírito e que outras coisas estavam acontecendo e chamavam a isso de espiritual. Vamos redefinir isso. Vamos redefinir Deus. Já que não estamos fazendo nenhuma outra coisa, vamos redefinir Deus!

Tomem consciência. Tornem-se conscientes.

Então, vamos seguir além do uso de palavras como “religião”, porque obviamente não é religião, “espiritual”, “nova era” ou, talvez, mesmo “Nova Energia”. Consiste da tomada de consciência. Vocês são seres com percepção.

Agora, o quão conscientes vocês querem estar? Essa, queridos Shaumbra, é a pergunta. O quão conscientes?

Daí, vocês dizem: “Ah, muito.” Mas ao ir além, ao sair dos velhos confortos, as coisas mudam, como vocês repararam. Mas a mudança não precisa ser difícil. A mudança não precisa ser algo cansativo. A mudança pode ser a coisa mais libertadora que venha a acontecer a vocês. Não temam a mudança. Não fiquem com medo de buscar e descobrir seu Corpo de Consciência.

[Para Linda] Eu sei, só mais alguns instantes.

LINDA: Não, não...

ADAMUS: Não, eu que estou dizendo. Tenho outro compromisso. Então, só tenho alguns instantes. [Risadas] Não tem nada a ver com vocês!

Vou pedir a vocês, a propósito, que façam uma coisa. Não estava na minha programação falar sobre isso hoje, mas quero que façam uma coisa.
 

Expandindo o Corpo de Consciência

Então, aqui estão vocês, existindo, conscientes de si e começando a perceber que há muitas outras coisas acontecendo. OK. Vocês podem projetar suas energias para outras coisas. Agora, OK, então, vocês podem projetar sua energia para um cachorro ou um gato. Através do quê?

SHAUMBRA: Da sua conscientização.

ADAMUS: Do seu Corpo de Consciência, trabalhando com seu Pakauwah.

Agora, então, vocês querem fazer o que adoro fazer? Adoro entrar num cachorro. Eu não me apodero da alma dele nem estou tentando controlar o cachorro. Eu simplesmente entro e opero meio que em conjunto com o cachorro. Eu digo assim: “Vou entrar e passar um tempo ocupando você.” E o cachorro ou o gato concorda em algum nível ou busco outro que concorde. Isso me permite estar na realidade física e estar realmente imerso nele por um curto período de tempo. Vocês podem fazer o mesmo.

Agora, não significa que vocês vão virar um gato ou um cachorro. Significa que vocês vão expandir esse Corpo de Consciência agora assimilando um outro Corpo de Consciência. Significa que vocês podem se sentir num cachorro do outro lado do planeta, num gato ou noutra coisa qualquer – fiquem longe de humanos por enquanto; mais tarde, faremos isso, mas projetem-se... ou num pássaro ou no que for.

Vocês vão descobrir agora essa conexão entre seu Pakauwah, que está sempre mudando, e como ele se relaciona com as energias externas. Vocês podem observar, podem ficar conscientes do que está acontecendo bem agora na Noruega, numa cidade específica, numa casa ou comunidade específica, através de um pássaro. Vocês expandem seu Corpo de Consciência e, então, vocês estão lá. Vocês realmente estão. Realmente estão.

Agora, por terem passado tanto tempo retornando ao corpo, respirando e entendendo o momento do Agora, vocês não vão sair fora. Vocês não vão deixar o corpo físico. Vocês vão expandir esse Corpo de Consciência agora, trabalhando com outro Corpo de Consciência.

Pássaros, gatos, cachorros, outros animais não são seres com alma – com pouquíssimas exceções. Não são seres com alma, então, vocês não estão se apoderando da alma deles nem vão ficar lá para sempre. Vocês vão descobrir que querem sair depois de um tempo. Geralmente, eu nunca passo mais de três dias quando co-habito um animal ou um humano.

Então, essa é outra coisa para vocês fazerem no próximo mês. Mais uma observação e, então, terminaremos. Não, nós vamos continuar, mas terminaremos meu discurso.
 

O Chamado

Um ponto muito importante... é quando reunimos tudo, caso vocês perguntem: “Hoje, Adamus falou sobre o quê?” Existe um chamado no momento. Ele vem de dentro de vocês desta vez. Não vem lá de fora. Não é o Arcanjo Gabriel ou Gabriela que está chamando. E o chamado tem sido persistente, contínuo.

É um chamado de vocês. Do seu... como queiram chamar. Vou chamar de seu Corpo de Consciência, porque nem mesmo gosto mais da palavra “alma”. É a sua consciência, sua consciência expandida, seu potencial inteiro de consciência que está chamando. Mas vocês não estavam cientes disso na maior parte do tempo. Na realidade, tem sido particularmente incômodo, então, vocês tentaram calá-lo, como se fechassem a janela quando um carro está fazendo barulho do lado de fora. Como se dissessem: “O que é esse barulho? É tão irritante.” Mas ele vem de dentro de vocês e vocês tentaram calá-lo. O chamado é de vocês para vocês mesmos.

O chamado é, pode-se dizer, vocês querendo voltar pra casa, para vocês mesmos, aqui agora, não lá fora. O chamado é para a integração, para se unir, viver.

O chamado não tem outra agenda além de se reunir. Não quer que vocês façam certas coisas, não volta e me diz que essa voz interior quer que vocês andem nus na rua principal às quatro da manhã. O chamado não quer nada, apenas estar com vocês, compartilhar as experiências da vida, carregar um nível de paixão que estava inacessível por um longo tempo.

É o Corpo de Consciência que foi fragmentado em partes que está chamando para se reunir novamente e faz isso através de vocês neste momento do Agora. Nesta não encarnação em que vocês existem agora, nesta identidade que não vem do passado, mas é o Eu Sou de hoje, ele quer retornar.

Quando abrirem sua consciência, vocês vão realmente entender e sentir esse chamado. Ele vem através de seus sonhos, com vozinhas desagradáveis, pequenas dores no corpo, algum desconforto emocional. Vem tentando chamar a atenção de vocês, tentando fazer com que tomem consciência. Escutem. Ele vem de dentro.

Não vai, necessariamente, falar com vocês usando palavras, não vai lhes dizer o que fazer. Esse “você” não quer lhes dizer o que fazer, só quer estar com vocês. Não quer dizer: “Você tem que aceitar esse emprego ou ficar com aquela pessoa.” Porque isso seria totalmente contraditório para o que a consciência e a percepção representam e para quem vocês são. Mas está chamando. Está aí.

Então, queridos Shaumbra, respirem fundo e entre hoje e nosso próximo encontro, estejam conscientes do chamado. E pode não ser o que vocês acham que será. Pode não soar como o que vocês acham que soará, mas está aí.

Entre hoje e nosso próximo encontro, queridos Shaumbra, por favor, percebam que, de fato, o mundo é realmente maravilhoso. Passamos por muitos tempos difíceis, mas é um grande lugar. Quando vocês olham nos olhos de outros humanos – chega de atacar os moinhos de vento, chega de pensar que precisam defender ou proteger alguma coisa –, vocês são capazes de olhar, sinceramente, bem nos olhos deles. Vocês vão perceber que lugar precioso é este planeta. Vocês vão perceber também que o que parece ser caos realmente não é.

Tudo está realmente perfeito em toda a criação e, particularmente, em vocês.

Com isso, queridos Shaumbra, Eu Sou o que Sou, ao serviço de vocês, Adamus. Obrigado.

 

Tradução de Inês Fernandes – mariainesfernandes@globo.com
 


Tobias do Conselho Carmesim é apresentado por Geoffrey Hoppe, com o pseudônimo de "Cauldre", Golden, Colorado. A história de Tobias, do bíblico Livro de Tobit, pode ser encontrada no web site do Círculo Carmesim: www.crimsoncircle.com. O Material do Tobias é oferecido gratuitamente aos Trabalhadores da Luz e Shaumbra de todo o mundo desde agosto de 1999, época em que Tobias disse que a humanidade tinha ultrapassado o potencial de destruição e entrado na Nova Energia.

 

O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e os desafios do status da ascensão, ajudam outros humanos em suas jornadas, compartilhando informações, atendendo e orientando. Mais de 50.000 visitantes vão ao web site do Círculo Carmesim todos os meses ler os últimos materiais e discutir suas próprias experiências.

 

Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde Tobias apresenta as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Tobias declara que ele e os outros do Círculo Carmesim celestial estão, na verdade, canalizando os humanos. De acordo com Tobias, eles estão lendo nossas energias e traduzindo nossas próprias informações de volta para nós, de modo que possamos vê-las vindo de fora, enquanto as vivenciamos no nosso interior. O "Shoud" é uma parte da canalização em que Tobias fica de lado e a energia dos humanos é canalizada diretamente por Geoffrey Hoppe.

 

As reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público. O Círculo Carmesim sobrevive com o amor sincero e a doação dos Shaumbra de todo o mundo.

 

O objetivo dos que fazem parte do Círculo Carmesim é servir de guias humanos e professores àqueles que seguem o caminho do despertar espiritual interior. Não é uma missão evangélica. Pelo contrário, a luz interior é que guiará as pessoas até você para receberem compaixão e atenção. Você saberá o que fazer e o que ensinar nesse momento, quando vier até você o humano precioso e único, pronto para embarcar na jornada da Ponte de Espadas.

 

Se você estiver lendo isto e sentir a verdade e a conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia humano. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você agora e em todos os momentos que estão por vir. Você nunca está sozinho, porque a família está espalhada por todo o mundo e os anjos estão ao seu redor.

 

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