Madre Teresa de Calcutá

"O que conta não é o que fazemos, mas o amor que colocamos no que fazemos, dizia Madre Tereza

   Num Mundo onde impera o egoísmo temos a rica oportunidadede admirar o trabalho e saber um pouco de um ser que contaminaa todos com o seu imenso amor.O amor verdadeiro amor que faz da humildade instrumento para ajudar aos menos favorecidos pela vida. Madre Tereza é nosso espelho podemos dizer nosso ídolo,temos profunda admiração por este ser abençoado por DEUS. Que se preocupou, mais que isso, se ocupou em fazer de sua caminhada a luz que ilumina e conforta os corações sofridos,com tamanha generosidade e amor doação. Esquecendo-se de si e dedicando-se totalmente à humanidade.   Vera Lúcia de Oliveira   Em 27 de agosto de 1910, um dia especial nasce Agnese Gonxha Bojaxhin nada mais nada menos que MadreTereza de Calcutá, em Skopje, cidade albanesa do Kossovo que alguns anos depois, passaria ao domínio da Iugoslávia. A menina veio ao mundo numa família...

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CHICO XAVIER

Chico Xavier, o mestre que ensinava o amor ao próximo

     "No momento de guerra, o apelo é por paz" , assim nos ensinou o médium Chico Xavier Depois de ouvir falar tanto em guerra, discórdia, ódio e morte, consegui, depois de quase um ano sem ele, lembrar de uma figura que marcou o mundo com suas mensagens de paz. Chico Xavier, que nasceu e viveu muito tempo em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, veio morar em Uberaba no ano de 1959 e não nos deixou mais. Teve seu primeiro contato com a mediunidade aos 4 anos de idade quando falava com sua mãezinha que o deixou aos 2, mas foi em 8 de julho de 1927 que ele iniciou seu mandato mediúnico. Neste tempo, trabalhou durante horas incessantes pelas pessoas carentes e necessitadas de apoio.   Para salientar ainda mais seu objetivo, deixou escritos 400 livros, publicados também em castelhano, esperanto, francês, inglês, japonês e grego, que firmam o amor e a compaixão pelo...

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IRMÃ DULCE

A Vida de Irmã Dulce

    Irmã Dulce morreu em 13 de março de 1992, pouco tempo antes de completar 78 anos. A fragilidade com que viveu os últimos 30 anos da sua vida, com a saúde abalada seriamente - tinha 70% da capacidade respiratória comprometida - não impediu que ela construísse e mantivesse uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país, batendo de porta em porta pelas ruas de Salvador, nos mercados, feiras livres ou nos gabinetes de governadores, prefeitos, secretários, presidentes da República, sempre com a determinação de quem fez da própria vida um instrumento vivo da fé. Segunda filha do dentista Augusto Lopes Pontes, professor da Faculdade de Odontologia, e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes, ao nascer em 26 de maio de 1914 em Salvador, Irmã Dulce recebeu o nome de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes. Aos 13 anos, ela já havia transformado...

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