Mais um suposto implante no rosto

30-04-2010 19:14

Assim como outro caso que registramos, um estanho artefato é retirado do rosto de homem.

Ele e sua esposa acreditam que o pequeno objeto em formato de espinho, seja uma espécie de implante.

Por Pepe Chaves

Itaúna-MG

Para UFOVIA

www.viafanzine.jor.br

 

Objeto retirado do rosto: formato cônico e cilíndrico - ampliação em detalhe.

 

MAIS UMA SUSPEITA INUSITADA - Desde que passei a escrever e editar para o portal UFOVIA, faz cerca de cinco anos, me chegaram (e ainda chegam) centenas de relatos acerca de experiências pessoais e extra-pessoais, vindas das mais distintas partes do Brasil. Algumas dessas experiências chegam a soar como verdadeiras confidências íntimas e, poucas delas, ousamos reportar aqui, até mesmo porque seus protagonistas estão situados a longas distâncias de onde residimos, pouco sei sobre eles e praticamente todos não tem vontade alguma de tornar públicas as suas experiências.

 

Mas, determinados casos, dadas às suas peculiares particularidades, não podemos deixar passar em branco e assim, cumprir nosso papel de se fazer registrar para que outras pessoas devidamente habilitadas e capazes que porventura se dediquem a tais assuntos possam um dia dirimir à luz da compreensão racional tais situações que residem praticamente entre o que chamamos de realidade e a mais tenra ficção paracientífica.

 

Para ilustrar este comentário, relembro que no final de 2007 trouxemos em UFOVIA a história do casal Carlos e Amanda, residentes em uma cidade do interior do Brasil, cujos nomes são fictícios e que nos narrou uma história singular, a qual, é provável, devem procurar compreendê-la pelo resto de suas vidas.

 

O artigo sobre este casal que teve a identidade preservada e que continua a manter contatos conosco, foi publicado no portal UFOVIA com o título de Estranho caso de um possível implantado, onde mostramos pela ótica do casal, suas expectativas em torno do que se passa: a desconfiança de que um objeto de tamanho insignificante fora introduzido num dos cônjuges, por suposta civilização alienígena, com intuitos ainda desconhecidos pelas vítimas.

 

Amanda contou que, “A história do Carlos, meu marido, vem de longa data. Como Paul Louis Jacques, ele acredita que, desde menino, com saúde muito debilitada, teve o seu corpo substituído por outro ‘ser’ (Entrante). Não guarda lembranças da infância e não alimenta nenhuma ligação afetiva com a sua família terrena (pai, mãe e irmãos)”.

 

Carlos que cresceu com a concepção de ser diferente das demais pessoas, passaria por uma experiência que colocaria em xeque todo o mundo sci-fi a que foi criado. Sua esposa encontrara uma espécie de cravo agarrado em sua barba e com muito custo o espremeu. O pequeno objeto em forma de espinho mostrou então comportamentos curiosos. Entre eles, parecia ser imantado e se equilibrava, pela parte mais fina, permanecendo em um ângulo de 90º - no entanto, sobre objetos não metálicos, como papel. Outra curiosidade, é que o pequeno objeto (com cerca de 3mm de extensão) estava “fincado” na pele de Carlos, de forma contrária, ou seja, a parte grossa se encontrava para dentro da carne facial e a fina para fora.

 

Após muito esforço para retirar o pequeno objeto, intrigado, o casal resolveu fazer uma experiência: colocar o pequeno objeto dentro de um pedaço de carne e observar sua reação. O naco de carne acondicionado numa geladeira, segundo o casal, serviu como uma espécie de “hospedeiro” para o pequeno objeto, que criou espécies de tentáculos, como a se sustentar dentro da carne a que fora acondicionado. A partir daí, diversas vivências e ocorrências viriam a ser associadas pelo casal, a supostos seres desconhecidos que teriam introduzido o objeto no corpo de Carlos.

 

Na busca pelas respostas, o casal passou por centros espíritas e recebeu orientações espirituais, chegando a crer que o pequeno objeto físico, fora implantado na vítima, por supostos seres de origem espiritual, com algum intuito ainda desconhecido, mas para fins de possíveis sondagens comportamentais do mesmo ao longo de sua vida. Todos os detalhes da história desse casal podem ser lidos na reportagem que fizemos sobre o mesmo, clicando aqui.

 

IMPLANTES FACIAIS? - Na literatura da Ufologia mundial, encontramos diversos casos onde pessoas teriam sido “implantadas”, ou seja, teriam recebido implantes que nada mais são, que pequenos artefatos com a finalidade colher, processar e enviar dados - processo conhecido cientificamente como telemetria. Baseadas em estranhas ocorrências, que vão desde experiências pessoais até a associação de sonhos com a realidade, os “implantados” sempre mantiveram comportamentos diferenciados da maioria das pessoas.

 

Da década de 1970 até a 1990, diversos médicos, psiquiatras e psicólogos de diversos países, se colocaram a estudar tais fenômenos. Na maioria destes casos, o implante se mostrava de formato irregular, como um pequeno pedregulho. Analisados, em alguns casos, esses objetos retirados da pele ou carne de pessoas, mostraram composições anormais, dentro dos padrões conhecidos. O que vemos agora nestes dois casos de supostos implantes faciais, são objetos retirados que, se são foram mesmo implantados nestas pessoas, sã ode natureza física bastante diferente daqueles objetos metálicos em formato de pedregulho, retirado do corpo de algumas pessoas por pesquisadores norte-americanos ou europeus. Os supostos objetos retirados do rosto desses dois brasileiros se mostram de natureza pretensamente biológica e conviviam "pacificamente" com o "hospedeiro", até que foram retirados.

 

Vale dizer que alguns dos pesquisadores de implantes, se valem também dos recursos da hipnose regressiva, geralmente associada ao tratamento dos casos de abduções e aos supostos implantes, pois acreditam que tais técnicas poderiam esclarecer vivências perdidas ou mentalmente apagadas do consciente das vítimas - onde se criaria o chamado "tempo perdido" (missing time). Em diversos casos pesquisados e tornados públicos, também a constatação de marcas surgidas inexplicavelmente em partes de seus corpos dos vítimas seriam creditadas a vivências  que a pessoa passara em estado lúcido, mas que, acreditam, teriam sido apagadas pelos abdutores.

 

Entretanto, apesar de haver milhares e milhares de artigos, reportagens, estudos e pesquisam que procuram validar o fenômeno dos implantes, em verdade, por mais avançados que sejam tais estudos e metodologias usadas para que sejam estes artefatos sejam constatados, todos estes recursos não encontraram, até agora, nenhum respaldo científico ou verdadeiramente conclusivo sobre a existência, natureza ou finalidade dos supostos implantes. Infelizmente, tudo o que se sabe sobre implantes em tempos atuais, está no campo das conjecturas, hipóteses ou distantes possibilidades.

 

Mormente, por isso, diversas pessoas que passam por tais experiências, se sentem acuadas e predispostas a guardar somente para si os detalhes de tais experiências. Seja em qualquer nação do globo, alguns desses casos, onde se observa uma forte desconfiança acerca do assédio e contato - ainda que de forma inconsciente - com “entidades” (ou seres) alienígenas (desconhecidos e não necessariamente extraterrestres) acabam por terminar em hospícios ou clínicas de reabilitação mental.

 

E agora, por incrível que pareça, nos surge um outro caso bastante semelhante ao do casal Carlos e Amanda. No dia 22/11/2008, recebi uma correspondência, que dizia o seguinte, “Olá, hoje eu e meu marido passamos pela mesma situação que o caso narrado por Amanda e Carlos (nomes fictícios), somos espíritas e estamos em tratamento muito sério por obsessão onde somos portadores de possíveis implantes de aparelhos por obsessores”.

 

O suposto “mini-aparelho” possivelmente implantando na face esquerda de seu marido, seria de formato semelhante ao encontrado no rosto de Carlos, no entanto, diferia em outros aspectos. Ela continua me contando, “Fazemos o tratamento no centro espírita, e hoje meu marido achou algo estranho no lado esquerdo da barba, achando tratar-se de um grande cravo. Quando vi já tinha uma ponta pra fora peguei uma pinça e retirei algo idêntico ao outro caso, muito estranho, pois parece um nylon. Então, pesquisando na internet sobre implantes alienígenas achei esse caso idêntico ao nosso. Levaremos o espinho para nossa médium que faz nosso tratamento analisar, talvez seja nossa limpeza espiritual já sendo feita”, afirmou a mulher, que chamaremos de Débora, cujo marido chamaremos de Rodrigo.

 

Ela continua e finaliza sua primeira mensagem, afirmando, “Devo confessar que fiquei tremendo quando vi que o caso que essa moça descreveu era idêntico ao nosso, tipo, mesmo lado do rosto, na barba”.

 

Objeto retirado do rosto de Carlos se inclina em ângulo de 90º sobre uma folha de papel.

 

TROCANDO EXPERIÊNCIAS - A partir daí, achei por bem colocar Débora em contato com Amanda e pedi a esta para extrair mais informações e fazer possíveis comparações com o seu caso. Com a devida autorização de ambas, passo a publicar fragmentos dessas correspondências, que julguei interessantes tratar aqui. Nas missivas trocadas, ela explicou sobre a experiência vivida por eles depois que descobriram e retiraram um “pequeno espinho”, com apenas 5mm, semelhante ao encontrado no rosto de Carlos [veja fotos nessa página].

 

Em sua primeira correspondência enviada à Débora em 24/11/2008, atendendo meu pedido, Amanda se identificou devidamente e disse o seguinte, “O Pepe entrou em contato comigo, repassando o caso do possível implante, encontrado na face do seu esposo. Fiquei impressionada ao ler o seu e-mail e constatar a coincidência do fato. Se puder, gostaria de ver a imagem do ‘espinho’ que retiraram e maiores detalhes como sugeriu o Pepe. Vejam se o objeto possui magnetismo, tamanho, possível material do qual é constituído. Seu marido fez alguma viagem, em um período anterior ao ocorrido? Mostrou algum comportamento (físico ou emocional) diferente do normal? Você percebeu em seu marido algo diferente da normalidade ou convivência nos meses, dias que antecederam a retirada do ‘espinho’?”.

 

E finalizou afirmando, “Desculpe-me a indiscrição, uma vez que você não me conhece. Gostaria somente de checar o ambiente propício, a predisposição física, emocional, espiritual do indivíduo, para a ocorrência destes implantes em nossos organismos e qual o propósito deles, em nossas vidas”.

 

Na mesma data de 24/11/2008, Débora respondeu à Amanda, “Olá Amanda, somos casados há 22 anos, temos um filho de 12 anos, nosso casamento sempre foi maravilhoso e o nosso problema foi de ordem sexual, pois meu marido só pensava em sexo 24 horas por dia. Tanto, que pediu ajuda para mim, por saber não estar em seu estado normal, pois era algo mais forte que ele. Muito mal humor também, ele  pressente quando algo ruim vai acontecer, sente uma dor no peito e a garganta apertar, seu chacra frontal fica pulsando na testa e depois de algum tempo ou no dia seguinte, algo ruim acontece. Bem como somos kardecistas temos todo um conhecimento sobre obsessões de espíritos desencarnados, tanto que estamos em tratamento no centro espírita para que eles sejam encaminhados. E nosso caso é bem sério. Nossa médium diz que depois que se começa  o tratamento pode sair no final da coluna  tipo uma enorme espinha, como já houve casos, mas deste tipo igual aos nossos não”.

 

Como sabemos, a ciência ortodoxa, seja através da parapsicologia ou outras disciplinas acadêmicas, não deixam outra opção a casos como estes, senão de buscar as chamadas “curas espirituais”. Nestes casos, médiuns espíritas acreditam piamente que tais objetos sejam mesmo implantados por parte de espíritos (seres humanos desencanados) obsessores, ou seja, que persuadem às suas vítimas a partir da dimensão em que se encontram, numa espécie de “vampirismo espiritual”. Segundo acredita Débora e Rodrigo, este seria o caso vivido por ela e o marido.

 

Débora segue respondendo à Amanda que, “Nosso ‘espinho’ não é magnético e nem ficou em pé, mas é idêntico ao seu. Quando retirei ele, eu espremi, apertei, fiz de tudo, porque achei algo muito estranho, ele já estava pra fora um milímetro mais ou menos e outros dois estavam dentro da pele. A parte mais fina estava pra fora como o seu também. Eu não precisei espremer, penso eu que por isso, ele não ficasse mais em pé, nem estava mais magnetizado, talvez ele já tivesse perdido o ‘efeito’. Para nós é certo existir outros tipos de vidas em outros planetas, mais evoluídos e menos evoluídos. Atraímos os que se afinam com nossos pensamentos e atos”.

 

Ambas, trocaram diversas informações sobre suas vidas pessoais, locais em que residem etc.

 

Em 26/11/08, Amanda escreve novamente a Débora, relatando, que, “Na época em que vivenciamos o problema, tive orientações de algumas amigas de grupos (internet), que enviaram matérias sobre ‘Implantes Biopositrônicos’, também comentaram sobre implantes espirituais; para mim foi novidade. Não podia conceber como seres espirituais poderiam atuar com artefatos palpáveis, em nossos corpos físicos. Mas como disse William Shakespeare: ‘Há mais mistérios entre o céu e a terra, do que supõe a nossa vã filosofia’...”.

 

Segundo texto enviado por Amanda a Débora, seus respectivos casos são semelhantes aos descritos por Márcio Godinho, que afirma, “(...) Objetivando o desequilíbrio mental, existem inúmeras maneiras, com uma gama de resultados diferentes. Porém o principal, é que o indivíduo obsedado, começa tendo perturbações de ordem mental, caindo em pouco tempo numa profunda depressão ou quaisquer outros distúrbios psíquicos, e em casos mais graves há tendência ao suicídio. Para isso, os obsessores, munidos de muito conhecimento e, aliados a terríveis instituições umbralinas, conseguem implantar em suas vítimas, aparelhos praticamente imperceptíveis, e minúsculos, como um vírus orgânico. E apesar de serem pequenos, estes aparelhos são extremamente potentes, e, quanto mais a vítima recai, mais potência eles vão adquirindo”.

 

Na mesma data de 26/11/2008, Débora retorna à Amanda, afirmando sobre o que ela colocou na missiva anterior, acerca de que seu marido se julgava uma espécie de entrante. “A médium que está fazendo nosso tratamento disse que pode sim, ser a limpeza sendo feita, e o nosso filho também tem que fazer a flluidoterapia, porque quando começamos a nos tratar e saber o que estão fazendo com a gente, eles ficam com raiva e tentam atacar de todas as formas, temos que  ser bem fortes. Filhos podem se enveredar para as drogas e ficarem agressivos, temos um caso no centro espírita que frequentamos que se suicidou com 15 anos e foi só espiritual o problema, muito triste. Você notou algo em seus filhos? Ah! e os animais em casa também servem de antenas... (risos). Nossa cachorra caiu todo o pêlo e a pele descamou toda, tadinha. Está tomando água fluidificada também e já está bem melhor, passei tanto trabalho que cheguei a querer que ela morresse, pois tinha que dar banho a cada três dias pra aguentar o cheiro”, informou Débora.

 

Ela também constata na mesma missiva, “Estive pensando também sobre o ‘espinho’. Como ele estava meio pra fora, meu marido pode ter feito a barba (que é bem cerrada) e tirado a ponta. Estava meio esfiapada a ponta, talvez, por isso, também, não ficou de pé”.

 

Ampliação em detalhe.

 

IMAGENS E SEMELHANÇAS - Em 14/12/2008, conforme prometera em mensagem anterior, Débora envia à Amanda, por e-mail, imagens do pequeno objeto [veja fotos nessa página] retirado do rosto do marido, e comentou, “Oi Amanda, tirei as fotos, vê se você consegue ver aumentado aí no seu PC. Aqui consigo ver, aumentado os filamentos que você disse ter o seu também. Aquele pedacinho que aparece dobrado é a parte que estava pra fora e que puxei com a pinça, que deve ter ficado assim por causa da lâmina do barbeador. Pena que não vimos antes ele pra fora e que não filmamos quando eu estava retirando. Assim como o do seu marido a parte mais fina estava pra fora. Não sei a palavra certa, mas quando eu tirei ele, ele estava bem ‘suculento’, não estava assim desidratado e seco, e quando eu tirei, fiquei espremendo ele entre as unhas, para ver se não era um cravo, mas ele não se desmanchava, parecia um fio de nylon. Como é que você  fez para ele voltar a se ativar? Vou tentar fazer. Você disse que ficou chocada com qual assunto mesmo que eu lhe enviei, que você ainda não conhecia?”.

 

Fica evidente que, apesar da diferença no tamanho (3 e 5mm, respectivamente), cor e demais propriedades particulares, os "espinhos" retirados das faces de Carlos e Rodrigo, são de uma anatomia muito parecida. E curiosamente, ambos são de formato cônico, pontiagudo, porém, os dois se encontravam ficados na pele facial desses homens, de forma contrária, ou seja, com a parte grossa para dentro e a fina para fora.

 

Na mesma data de 14/12/2008, Amanda, após ver a imagem do objeto retirado do rosto do marido de Débora, retorna à ela, com algumas observações, “Estivemos observando a fotografia do possível implante ou dispositivo biopositrônico, como preferirem. O objeto é muito interessante e impressionante, deu-me arrepios. Possui características próprias, assemelha-se muito ao que encontramos. Vendo-o no zoom, aparenta ter muita "personalidade" (risos), ele parece impor-se. Pela extremidade que é mais grossa, não sei se vocês observaram pela foto 012 (que está muito bem focada), parece que ele fragmentou-se, que não está completo. Quanto à ponta mais fina, ela realmente está bem afilada, pode ter sido por causa da lâmina de barbear. Dá a impressão que o objeto foi partido, ao ser retirado... Será que não ficou alguma parte na face?”.

 

Carlos, marido de Amanda, ao tomar ciência da imagem e das descrições de Débora, afirmou que, “Se o "objeto" saiu, é porque já cumpriu o seu papel”. Ele também formulou algumas perguntas para a pessoa que teve o “objeto” retirado, tendo como parâmetros o antes e o depois, da retirada do possível implante:

 

“- Houve mudanças de comportamento (agir, pensar)? Você sente algo diferente (sensações)? Algum medo, insegurança, ansiedade, deixaram de existir? A sua forma ou visão de como controlar suas finanças, visão do mundo, conceitos mudaram?”. E terminou afirmando, Não precisa nos responder, apenas reflitam sobre as respostas”, afirmou ele.

 

E Amanda continuou em sua missiva, “Débora, quanto a ativar o dispositivo que retiramos, basta manipular um pouco, ter contato com o calor da mão, para ele ficar mais ‘animadinho’. Deve ser pelo magnetismo que possuímos no corpo - somos energia. Quando fizemos uma experiência, orientada por uma amiga espiritualista, colocamos o ‘implante’ (?) dentro de um pedaço de carne, aguardando por 24 horas. Ele criou filamentos em contato com a carne, prendendo-a. Sabe aqueles pequenos nervinhos que encontramos ao fazer limpeza em uma peça de carne inteira? Então, parecia haver uma interação entre o objeto e a carne. O que faz sentido, pois assim, o organismo incorpora-o como parte do seu sistema de células, tecidos, etc”.

 

Em 15/12/2008, Débora retorna à Amanda, falando sobre o suposto implante, “Ele saiu bem fácil do rosto, tipo escorregou bem suave pra fora e meu marido não sentiu nada, mas eu também achei que parecia uma perna de um bicho, que foi cortada. Meu marido já sente bastante diferença no seu comportamento, no nosso tratamento de fluidoterapia, onde os médiuns manipulam as mãos sobre o nosso corpo sem tocar. Ele sempre sente coisas, na primeira vez, ele saiu tonto da sala. Teve que se sentar e em algumas partes do corpo ele sentia arder, sentia raios de luz. Na segunda vez, seu terceiro olho pulsava na testa e na última vez ele sentiu uma paz e bem estar. Nós não podemos beber álcool, e na primeira semana sem saber disso, fomos jantar fora e pedimos uma caipirinha para nós dois, Nossa, ele passou muito mal só com uns dois goles... Mais tarde é que viemos saber que não podíamos beber. Meu marido antes não lembrava dos sonhos, e dos poucos que lembra, sempre eram coisas ruins. Teve um que era tipo como se alguém estivesse dando umas descargas elétricas nele. Agora ele já tem sonhos normais e se lembra deles”.

 

Na mesma data, Amanda respondeu à Débora, “Seus relatos sobre os sonhos de seu marido, tem alguma semelhança com os que o meu sonhava. Com freqüência nos sonhos, ele encontrava-se em um local sombrio, úmido, escuro, amarrado a correntes que o esticavam, como estivesse sendo torturado. Acordava molhado de suor. Ele sente pavor de pontas de faca. Sempre que vê uma lâmina apontada em sua direção, trata logo de desviá-la para o outro lado”.

 

Amanda afirma que o processo psicológico a que o marido estava submetido, foi deslanchando para a positividade, “Tudo o que passou conosco e que estou compartilhando com você, faz parte do passado... O implante, o comportamento conturbado que eu relatei na matéria do Via Fanzine, os sonhos etc. Hoje ele está bem, centrado, tranqüilo, feliz. Sente que foi para seu melhoramento, diante das situações e circunstâncias da vida. Precisava mudar, tomar posturas, impor-se, e o implante veio para auxiliá-lo de certa maneira. Foi uma experiência bem administrada (eu sei o que passei, como foi difícil), graças a muita compreensão da minha parte, muita oração, apoio de minha família. Pois os momentos críticos, envolveu não só a mim, bem como meus filhos e familiares, que estavam ao meu lado, dando-me amor, apoio e suporte o tempo todo. UFA! PASSOU, como tudo na vida. Graças a Deus toda crise serve para amadurecermos, crescer como pessoas; são experiências necessárias para ‘o acordar’.”

 

Em 16/12/2008, Débora retorna à Amanda, ”Que bom saber que vocês já estão bem, espero chegar nesse estágio também. Aparentemente já estamos bem, mas como não posso policiar os pensamentos de meu marido eu só rezo para que ele não sintonize coisa ruim... Caso contrário, ele se livra de uns e atrai outros... Ele está bem ciente de tudo, mas sabe como são os homens”.

 

E fechando as correspondências trocadas e que me foram em enviadas, das quais transcrevi fragmentos nessa matéria, encerra Débora reflexivamente esta série de missivas, “É, acho que depois do que nos aconteceu, vamos tomando mais consciência do Ser Espiritual que somos, possuidores de uma centelha divina e que existe um outro lado da vida muito mais amplo e complexo do que este mundo em que vivemos. E à medida que vamos evoluindo é que vamos vendo que temos cada vez mais que nos policiarmos com as atitudes e pensamentos, (lei de causa e efeito) é a tal da porta estreita nos chegando”.

 

Comparando - Objeto retirado do rosto de Carlos (3mm) e objeto retirado

do rosto de Rodrigo (5mm). Em real e proporcional em escala 3x1.

 

AQUÉM DO PODER DE CERTIFICAÇÃO - Percebemos nestes casos que, devido a formação humana das pessoas, a educação e seus contatos com espiritualidade e informações diversas ao longo de suas vidas, costuma leva-las a conclusões distintas sobre suas próprias experiências. Como, por exemplo: Amanda acredita que o pequeno objeto retirado do rosto de seu marido se trate de um implante de origem extraplanetaria, implantado por seres extraterrestres. Para ela, seria um artefato físico implantado através de uma abdução inconsciente. Já Débora acredita que retirou do rosto de seu marido, um pequeno aparelho introduzido na vítima através de trabalhos de “magia negra” por parte de obsessores dos planos espirituais.

 

Da nossa parte, não cabe convencer de nada a quem nos lê, senão reportarmos a perspectiva experimental das testemunhas, sempre baseada em suas crenças e formações. E, jornalisticamente, assim procuramos fazer, com a devida permissão dessas senhoras, explicitando um pouco do estranho universo vivenciado, no que se refere ao fato de os “pequenos espinhos” serem retirados de suas faces.

 

Ainda que ambos os casos tenham determinados pontos em comum, tornam-se evidentes, também, as características particulares de cada um dos casos aqui expostos. Independente do que qualquer pessoa que tenha contato com estas histórias venha a crer sobre as mesmas, é de se refletir o por que de casais que jamais se conheceram e que residem em Estados brasileiros distintos e distantes, possam ter passado por situações tão similares de certa maneira. Sobretudo, quanto à crença, já que este campo escapa às rédeas científicas.

 

Em ambos os casos aqui apresentados, há semelhanças entre si, até mesmo na forma de se encarar e combater uma questão inquietante, oriunda de campos desconhecidos do raciocínio humano, os quais vem desaguar no grande mar da espiritualidade e do universo espiritual. Tal questão parece independer das reais vontades das vítimas, inclusive, vindo a criar a elas, as mais diversas tormentas psíquicas, seja nos campos de suas vidas pessoais ou profissionais.

 

Estes relatos colocados de forma aberta e corajosa por parte destas pessoas, dificilmente poderiam passar por um julgo racional ou cientificista, vez que nossas ciências, infelizmente, ainda engatinham no sentido de dirimir à luz do conhecimento os casos de tais naturezas, preferindo, portanto, rotulá-los como algum tipo de patologia ou disfunção mental. Assim, torna-se mais confortável encaminhá-los para o ramo da psiquiatria ou, na melhor das hipóteses, da parapsicologia ou da psicologia comportamental.

 

* Pepe Chaves é editor do jornal Via Fanzine e do portal UFOVIA (www.viafanzine.jor.br), de Itaúna-MG.

- Fotos: Arquivo UFOVIA.

 - Notas do editor:

 

1) Como não somos especialistas no assunto, senão somente meros repórteres, procuramos tratar esta matéria de um ponto de vista jornalístico e neutro, porém, sempre respeitando a convicção das pessoas enfocadas. Tanto este editor quanto os protagonistas do presente caso têm esperança de que esta matéria possa vir esclarecer ou acrescentar aos estudos e pesquisas desenvolvidas por pessoas de todo mundo acerca do ainda incompreensível panorama das abduções e dos implantes alienígenas.

 

2) Caso algum pesquisador de abdução ou implantes possa auxiliar neste caso de alguma forma, favor entrar em contato pelo e-mail pepechaves@gmail.com. Pedimos para que entrem em contato, somente pessoas que não nutram mera curiosidade pelo assunto.

 

- Produção: Pepe Chaves.

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